VENEZA – ÁTILA O HUNO, MARCO POLO, CASANOVA E CARNAVAL


São Paulo, 12 de fevereiro de 2007

 

 

VENEZA – ÁTILA O HUNO, MARCO POLO, CASANOVA E CARNAVAL

 

O panorama visto por quem sobrevoa Veneza de avião, ou pelo Google Earth, é o mesmo que encantaria um virtual aeronauta aventureiro do século XVI, que flutuasse sobre a cidade a bordo do protótipo de um balão projetado por Leonardo da Vinci. Veneza está lá, hoje e como sempre, há séculos.

Localizada no Nordeste da Itália, no Mar Adriático, Veneza é uma cidade de canais e palácios. Com um longo passado e um futuro incerto, é uma das mais encantadoras e enigmáticas cidades do mundo. Suas ruas são rios, suas praças são lagos, seu trânsito é aquático, cruzado por gôndolas, lanchas e barcos. E, a cada ano, a água avança e a cidade afunda mais alguns milímetros. Até quando ?

Se, por um milênio, foi uma potência mercantil, hoje é uma potência turística. Seu magnetismo está espalhado por 117 pequenas ilhas, 150 canais e 400 pontes. Um turista acidental ou um deputado companheiro poderiam gastar apenas algumas horas para “conhecer” Veneza. Na Piazza di San Marco, procurariam evitar a esquadrilha italiana de pombos armados de implacáveis mísseis fecais. Para isso, entrariam rapidamente na Basílica di San Marco, percorreriam apressadinhos os corredores e salões do Palácio dos Doges ao meio de sussurros e intrigas seculares, nem perceberiam a coluna que ostenta o Leão de Veneza, símbolo da cidade, ou a sua vizinha, de onde São Jorge espeta o dragão de belzebu. À beira de uma vertigem, tirariam algumas fotos aéreas do alto do Campanille e outras marinhas, ao lado de um gondoleiro. Com o auxílio de seu celular, contariam as badaladas dos mouros de bronze no sino da Torre do Relógio e, antes de embarcarem num apressado tour pelo Gran Canal, certamente seriam fotografados diante da Ponte dos Suspiros (ver ilustração anexa), adicionando mais alguns aos milhares ali exauridos pelos infelizes condenados que atravessavam a ponte a caminho da morte (decorrente de alguma fofoca de mau gosto de um padre tarado ou de um duque mensaleiro).

Mas o Viajante na História certamente faria tudo diferente. Perceberia de imediato a grandeza de uma metrópole da Idade Média e da Renascença, captaria a volúpia de suas tragédias passadas e os cochichos e intrigas de conspirações, naquela bruma de corrupção que transforma sonhos em pesadelos. Saberia que a fundação da cidade foi provocada pelo pavor peninsular do século V D.C., quando o império romano se esfarelava e os habitantes do norte da Itália se refugiavam naquelas ilhotas, fugindo dos bárbaros que avançavam em direção a Roma. Certamente iria conhecer Torcello, uma pequenina ilha habitada por 60 almas, mas que hoje sedia um dos mais sofisticados restaurantes da Itália, o Cipriani. É lá que os ricos e muito ricos entram numa fila de reservas que pode se estender por meses. Mas foi lá também que Átila o Huno resolver descansar algumas semanas, antes de partir para sua misteriosa conversa com o Papa Leão I, que convenceu-o a voltar para as estepes e abandonar a idéia de saquear Roma. E é em Torcello, na Laguna de Veneza, que o Viajante na História tem a oportunidade de, no meio da pequena piazza, sentar-se no trono de pedra de Átila o Huno (ver ilustração anexa).

A vocação comercial de Veneza começou com o maratonista Marco Polo que, a partir do século XI, abriu as rotas de mercado com o Oriente e importou novidades como a bússola, cravo, canela e a pólvora. Esta última tradicionalmente utilizada pelos chineses na pirotecnia, foi adaptada pelos venezianos para fins militares, em seus canhões, e testada com sucesso nas incontáveis batalhas contra seus inimigos íntimos, os turcos.

Por outro lado, Shakespeare percebeu cedo a vocação trágica dos bastidores de cidade flutuante ao criar seu imortal “Othelo, o Mouro de Veneza”. Inexplicavelmente classificada como comédia, a trama shakesperiana conduz o expectador por um labirinto de corrupção, sexo, adultério, política e inveja coroado por um inconcebível banho de sangue.

E aquelas máscaras misteriosas e fantasias rocambolescas que encontramos em vitrines das vielas estreitas e escuras da cidade ? E aqueles vultos silenciosos e coloridos que, desafortunadamente  provocam sustos desavisados e, afortunadamente, não fazem mal algum ? São eles os ícones de uma das maiores festas folclóricas da Humanidade : o Carnaval de Veneza. Se, no Brasil, as fantasias e as máscaras carnavalescas desapareceram, em Veneza permanecem incólumes aos séculos (ver ilustração anexa). Se, no Brasil, as marchinhas se foram e o samba se misturou ao axé, em Veneza predominam os sons do silêncio.

Se, no Brasil, o Carnaval chega a todas as camadas da sociedade, em Veneza é uma celebração da elite, festa intelectualizada. As fantasias e as incríveis máscaras venezianas inspiram-se na elegância e no bom gosto dos trajes e convescotes dos séculos XVI e XVII. E também em personagens da Commedia dell’Arte, onde figuram os nossos imigrados Pierrot, Colombina e Arlequim. Nada de Galo da Madrugada, Suvaco do Cristo, Me Imprensa que eu Gamo, Banda de Ipanema, Bafo da Onça, Bacalhau do Batata. No máximo, um adágio de pianola ou uma sonata de violinos, oboé e “cello”.

A origem do Carnaval de Veneza está nas festas pagãs da Antiga Roma, quando eram homenageados Saturno e a Loba Romana (ama de leite de Rômulo e Remo). As máscaras permitiam a quebra das barreiras sociais e as elites podiam se aproximar dos pobres beneficiários de Bolcce Famiglia, sem serem socialmente condenados ou comprometidos. Desejos, tentações, adultérios, prazeres fáceis eram viabilizados sob o anonimato das máscaras.

Se o símbolo do Carnaval brasileiro é o Rei Momo, permito-me deduzir que o Carnaval de Veneza está simbolizado por Casanova. Sua paixão pela música e pela dança, seu comportamento irresponsável, pulando de cama em cama, mascarando-se nas festas e colecionando mulheres e seguidores de todas as classes sociais, sob uma alegria contagiante, fazem de Giacomo Casanova (ver ilustração anexa) um postal do Carnaval de Veneza.

Como o Carnaval brasileiro, o de Veneza ocorre em fevereiro. O nosso, no verão. O italiano, no inverno. No Brasil, pouca ou nehuma roupa. Em Veneza, pesados trajes de veludo, seda, tafetá, couro e camurça. Os mascarados brasileiros se foram, levando para sempre as máscaras de papelão que retratavam palhaço, diabo, burro, vaca, Amigo da Onça, caveira, morcego… As máscaras venezianas são um espetáculo de Arte e História. De “ papier marché” ou de massa, são ricas, lindíssimas ou assustadoras. Tristes ou debochadas. Nas quase silenciosas multidões que tomam Veneza de assalto em fevereiro, aparecem gatos, corvos, cervos, leões, sol e lua, estrelas, infelizes, princesas, lacrimosos, cruéis, nobres, clérigos, polichinelos, cacatuas, sátiros, conspiradores, mouros e, naturalmente, casanovas.  

Vá para Veneza, apaixone-se por Veneza. No verão, nas arcadas da Piazza di San Marco, sente-se no Caffè Florian (aberto desde 1720) e veja os italianos e turistas passarem pela calçada. Mas, se você for até lá no Carnaval, diante de sua mesa você vai ver Veneza passar fantasiada de Veneza.

Astromar em Veneza

Professor Astromar já foi a Veneza três vezes. Na primeira vez, era estudante, turista acidental. Caiu na esbórnia de uma excursão de alunos da Faculdade de Engenharia. Nas outras duas vezes, já era Viajante na História. Hospedou-se na residência do compositor Antonio Vivaldi, assistiu a concertos de Bach em igrejas da Renascença, conversou com fabricantes artesanais de máscaras e virou colecionador, sentou-se no trono de Átila, esvaziou a carteira no Caffè Florian e vestiu-se de Casanova. E que Luiz Inácio me deculpe, mas “ Recife é a Veneza brasileira”  ? Cruzcredo, vaderetro, pé de pato mangalô três vezes.

Observações finais

1.Vejam no álbum de fotos Veneza imagens adicionais da cidade.

2.E aproveitem para consultar, no álbum de fotos Astrolábios, na imagem Astrolábio 4, as instruções de um novo concurso com premiação em DVDs, promovido pelas gatinhas do bloco carioca Suvaco de Cristo, venezianamente mascaradas (ver ilustração anexa).

3.Para filmes sobre Veneza, recomendo “Casanova”, “Casanova de Fellini”, “O Mercador de Veneza”, “Morte em Veneza”, “Othelo” e “Indiana Jones e a Terceira Cruzada”.

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21 respostas para VENEZA – ÁTILA O HUNO, MARCO POLO, CASANOVA E CARNAVAL

  1. Capitão Raimundo Nonato disse:

    Vem de lá, meu rei Astromar !
    Carece de DVD pra nóis aqui no sertão não. Se os companheiro de acoitamento levá o prêmio travêis, nós vai preferenciá três cartilha de literarura de cordel : "Cumpanhero Lula e o Bolsetão Família da Marisa", "O dia em que Zé Dirceu foi pro Inferno" e "Duelo de Peixeira entre Clodovil a Prefeita Marta".
    Mas pega lá os broco que a gente devíamos mandar pros italiano da janela veneziana :
    1.Num balança que afunda.
    2.Os tarados de Átila.
    3.Sai debaixo que lá vem pombo.
    Capitão Raimundo Nonato

  2. Gaita disse:

    Para deixar o Carnaval de Veneza mais arretado, tiozinho historiador, só montando os blocos
    1.Debaixo das mesas do Caffè Florian
    2.Me dá um euro aí
    3.Tem perereca na Giudecca
    Muitas lembranças,
    Gaita

  3. Faustinho disse:

    Gilberto Gil sugeriria os seguintes blocos:
     
    1 – Atrás do Casanova só não vai quem já morreu
    2 – Veneza, por favor não vá embora
    3 – Mensalão Apaixonado
     
    Faustinho

  4. Taz do CEB disse:

    3 blocos do Gilberto Gil:
    – Veneza, o Teu Cheiro não Nega
    – O Cordão do Casanova
    – Lulinha Bacana
    abs

  5. Cicciolina Lollofrígida disse:

    Carissimi Professore Dottore Astromare
    Prego a lei per favore postare la mia contribuzione al Carvale di Venezia:
    1.Pernacchia di Luigi Inazzio
    2.Kamasutra en la cama mia
    3.Baccanale di Cardinale
    Auguri tante
    Cicciolina (la porno deputada d’Italia)

  6. Don Corleone disse:

    Per favore, dottore:
    1.Misteri de la Mezza Notte
    2.PER Una DONNA
    3.Gigogas del Gran Canal
    Arrivederci

  7. Ombra della Sera disse:

    Mi voti:
    1.Carabinieri di Iemanjá
    2.Bambini de la Madonna di Gantois
    3.Brunello con Tubaína
    Grazie

  8. Pinocchio disse:

    Gostaria de participar desse concurso para ganhar o DVD do meu filme.
    Por favor, anote minhas sugestões,
    1.Minueto de Olodum
    2.Vincoli di Boitatá
    3.Gli Amici della Piazza Ondicci
    Um grande abraço
    Pinocchio Gepetto
     

  9. Girolamo Casavechia disse:

    Il vincitori di questa meravigliosa contesta, veramente:
    1.As Baianas de Casanova
    2.Porpetone con Tapioca
    3.Il Bafo del Leone
    Avanti !

  10. Raspa do Tacho disse:

    Como o espírito do concurso é brincar, se divertir, e a esculhambação está mandando, dou aos meus blocos nomes de filmes, paródias ou frases bem marcantes relacionadas a Veneza ou a grandes cineastas e grandes filmes.
    Veneza tem um Festival de Cinema que muito prestigia o cinema brasileiro, já tendo premiado Glauber Rocha, baiano arretado como nosso ministro GG.
     
    1. Vaghe Stelle dell\’orsa
    2. Voglio una donna!
    3. De olhos bem esbugalhados
     
    Professor, responda-me a que se referem os títulos acima citados, o senhor que é craque em Veneza, cinema e esbórnia!
     

  11. Professor Astromar disse:

    Caro Leone D\’Oro
    Quando se fala do Festival de Veneza, lembro-me sempre de eternas musas italianas, como Monica Vitti, Claudia Cardinale, Silvana Mangano, Stefania Sandrelli, Virna Lisi. Le belle donne per tuta una vita.
    Quanto ao seu desafio ao desafiante, minha pirilâmpica intepretação seria :
    1.Vaghe Stelle de l\’Orsa – Filme de Luchino Visconti, produção de 1965, com Claudia Cardinale. Passado na minha queridíssima Volterra, na Toscana. La Cardinale gostou tanto do lugar que comprou uma villa do século XVIII e mora lá até hoje. Fiz uma visitinha a ela para un expresso corto em dezembro último, quando fui ver de perto L\’Ombra de la Siera.
    2.Voglio una donna ! Produção italiana de 1997, na direção dos irmãos Marco e Luca Mazzieri. A Dona em questão é Stefania Rocca. Segundo Dercy Gonçalves, trata-se de um plágio mal adaptado da pornochanchada de 1958, "Meu negócio é muié", estrelado por ela e Zé Trindade.
    3.De olhos bem esbugalhados – Documentário de 1999, feito com as piores cenas do pornodrama "De Olhos bem Fechados", produção de 1999, com Tom Cruise e Nicole Kidman. Destaque para as tomadas do baile do cabide, realizado em um casarão estilo veneziano, nas proximidades de New York, onde os convidados usavam apenas máscaras, capas e pelos pubianos.
    Obrigado pelo desafio e pela oportunidade de rever meus conhecimentos.
    Professor Astromar

  12. Vanderlei disse:

    Também vou nessa…
    – Ó Abre-Malas, que eu quero viajar (autoria: Lula e Marisa)
    – Ai que Maiô, ô ô ô… ô ô ô… (quando Casanova viu o maiô da Marisa)
    – Nós Vamos Invadir seu Canal…
    abs

  13. Il Dolce Vito disse:

    Prego di prendere la mia contribuzione:
    I. Guarda il capelloni di Giuseppe.
    II.Sassassaricante.
    III.Mamma, io voglio mammare.
    Ciao, professore.
    Vito

  14. Voyeur de Wayzata disse:

    Como sempre, uma brisa de cultura para a mente, Professor.
    Obrigado

  15. Delicado da Kibon disse:

    Caro Professor
    Meus votos para o concurso demoraram a chegar porque um idoso que participou da Escalada e da Libertação de Paris e a quem entreguei minha cédula, por questão de hábito,  dobrou o papelzinho e depositou-o na Caixa de Denúncias do Palácio dos Doges, em Veneza. Mas ainda bem que a tempo da apuração :
    1. "O Suvaco do Doge" (concentração no Caffé Cipriani)
    2.  "Comissão de Frente da Casanova" (concentração na Praça de São Marcos)
    3.  "Segura a gôndola pro Atila não cair" (concentração na Ponte dos Suspiros)
    D.K.
     

  16. Luz de Pedra disse:

    Comentando os destaques do seu Carnaval…
    Destaques no texto
    -"longo passado e futuro incerto".
    -"Encantadora e enigmática cidade".
    -"Potência mercantil, potência turística".
    -"Implacáveis mísseis fecais".
    -"Cidade flutuante".
    -"Vá para Veneza, apaixone-se por Veneza".
    -" Mas, se você for até lá no Carnaval, diante de sua mesa você vai ver Veneza passar fantasiada de Veneza".
    Nomes dos blocos dos participantes do Concurso:
    – Gigogas do Gran Canale
    – Abre-Malas, que eu quero viajar (autoria: Lula e Marisa)
    – Ai que Maiô, ô ô ô… ô ô ô… (quando Casanova viu o maiô da Marisa)
    – Nós Vamos Invadir seu Canal…

  17. Jurerê disse:

    Venho humildemente me inscrever no novo concurso sobre os blocos de Veneza.Minhas sugestões para os nomes dos blocos:- Devagarinho se afunda / – Gondoleiros do Adriático / – Unidos pelo suspiro.
    Jurerê

  18. Professor Astromar disse:

    Caros amigos
    Eis as respostas que ganharam nota máxima de pelo menos um dos cinco membros da comissão julgadora. Vocês arrebentaram. Auguri a tutti. Viva Venezia !
    Professor Astromar
     
    Jurerê – Unidos pelo suspiro
    Delicado da Kibon – Comissão de Frente da Casanova" (concentração na Praça de São Marcos) e "Segura a gôndola pro Atila não cair" (concentração na Ponte dos Suspiros)
    Il Dolce Vitto – Guarda il capelloni di Giuseppe, Sassassaricante,Mamma, io voglio mammare.
    Vanderlei – Ó Abre-Malas, que eu quero viajar (autoria: Lula e Marisa), Ai que Maiô, ô ô ô… ô ô ô… (quando Casanova viu o maiô da Marisa), Nós Vamos Invadir seu Canal…
    Leão de Ouro – Vaghe Stelle dell\’orsa, Voglio una donna!, De olhos bem esbugalhados
    Girolamo Casavecchia – Il Bafo del Leone
    Pinocchio – Minueto de Olodum, Vincoli di Boitatá
    Ombra de la Sera – Carabinieri di Iemanjá, Bambini de la Madonna di Gantois, .Brunello con Tubaína
    Don Corleone – Misteri de la Mezza Notte, PER Una DONNA, Gigogas del Gran Canal
    Cicciolina Lollofrígida – Kamasutra en la cama mia, Baccanale di Cardinale
    Taz do CEB – Veneza, o Teu Cheiro não Nega, O Cordão do Casanova
    Faustinho – Atrás do Casanova só não vai quem já morreu, Veneza, por favor não vá embora, Mensalão Apaixonado
    Gaita – Debaixo das mesas do Caffè Florian, Me dá um euro aí, Tem perereca na Giudecca
    Capitão Raimundo Nonato – Num balança que afunda,Os tarados de Átila,Sai debaixo que lá vem pombo
     

  19. Delicado da Kibon disse:

    Querido Professor
    Gostei muito desse danado do Jurerê. Será que eu conheço ? Adorei ter nota máxima, e de ser a única a dar o local da concentração. Essa foi legal né? Bjs
    D.K

  20. Faustinho disse:

    Ainda extasiado com o segundo lugar, só agora recobrei a consciência para cumprimentar meu querido Marechal Astromar por mais uma aula de cultura proporcionada a todos nós através de seu texto consciente, levemente poético e quase etílico sobre o Carnaval de Veneza. O prêmio do DVD é legal, mas melhor ainda é ler suas bem traçadas linhas.
    abraços

  21. Professor Astromar disse:

    Meu caro Faustinho
    Agradeço singelamente suas superlativas palavras. Mas não se esqueça : o mestre só aparece quando o aluno está preparado.
    Professor Astromar

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