PEARL HARBOR – DO VENTO DIVINO AO ADEUS DE UM BRAVO COMBATENTE


 

 

PEARL HARBOR

DO VENTO DIVINO AO ADEUS DE UM BRAVO COMBATENTE

 

Oahu é a maior ilha do arquipélago vulcânico do Havaí. Ali fica a capital Honolulu, o cartão postal mundial da praia de Waikiki, o vulcão extinto Diamond Head, a baía de Waimea com seus recifes, peixes coloridos e ondas inacreditáveis e a temível praia de Pipeline, onde se formam e estouram os tais tubos que tanto atraem e desafiam surfistas globalizados (Fig.1). É de Honolulu que partem os melhores triatletas do mundo para enfrentarem, em Kona, o inacreditável Ironman.  E bem ao sul da ilha encontra-se uma enseada, recortada terra adentro, que ainda abriga uma base naval americana. Pearl Harbor (Fig.2). Um nome hoje pertencente à História, pois foi pelo que aconteceu ali, em 7 de dezembro de 1941, que os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial.  

Se mergulhássemos no Túnel do Tempo, voltando a 1941, encontraríamos a Europa prestes a completar seu terceiro ano de guerra total, com a Alemanha de Hitler em marcha mais lenta nas suas conquistas, devido às desesperadas resistências da Grã Bretanha de Churchill e da União Soviética de Stálin.

Na frente Oriental, o Japão assinara um tratado de aliança com o III Reich e com a Itália de Mussolini. Expandia seu império invadindo a China  e tomando a Indochina dos franceses. Os Estados Unidos reagiram com o embargo das exportações de petróleo, esperando impedir o avanço japonês.  Uma inócua troca de proposições diplomáticas entre Japão e Estados Unidos tem início, servindo apenas para que os japoneses melhor se preparassem para a guerra. Sob o comando do Almirante Yamamoto, conhecedor dos hábitos americanos, reforçado pelo seu tempo como estudante da Universidade de Harvard, o Japão monta um audacioso ataque surpresa à 7a. Frota da Marinha Americana, sediada no Havaí.

Na madrugada de 19 de novembro de 1941, uma enorme serpente marinha japonesa, formada  por 17 navios, 6 porta-aviões e mais de 400 aviões de combate, parte da baía de Hittopaku, ao norte do arquipélago nipônico e, no mais absoluto silêncio,sem uso de rádio ou de qualquer dispositivo de comunicação, dirige-se ao alto mar. O plano japonês era quase perfeito. Centenas de espiões, profissionais ou turistas acidentais, informaram, durante meses, detalhes da situação dos navios americanos em Pearl Harbor. Mas quando a esquadra chega a 370 km do destino, no sábado dia 6, fica sabendo que seu principal alvo, os 3 porta aviões americanos, carregados de aeronaves, haviam saído em manobras. Mas Tóquio mantém o plano original. A ordem cifrada para o ataque, “Tora ! Tora ! Tora ! ”, incendeia a tripulação, do almirante ao mais jovem marinheiro. Os pilotos, com a faixas do sol nascente na testa, fazem fila diante de pequenos altares, para a “Oração do Vento Divino”. Honra na morte pelo Imperador ! Os gritos de Banzai, Banzai (Vitória, vitória) ecoam no convés de cada porta-aviões. Fanatismo contagiante. (Fig.3). A primeira onda do “Vento Divino”, com 190 aviões, sobrevoa Oahu às 7h55 min de domingo dia 7 de dezembro, sem que nada os detivesse. Lá embaixo, a população se entrega aos afazeres de uma manhã dominical. Alguns se preparam para a igreja, outros jogam baseball. Nos navios, a bandeira americana é estiada com pompa e circunstância; ali e acolá, espalhados pela praia, um sem número continua sob o efeito da bebedeira do sábado, enquanto outros entram na fila do breakfast dos quartéis. O Comandante do Exército, General Short e o Comandante da Marinha, Almirante Kimmel, se encontram para uma partida de golfe. O domingão promete. Mas, lá em cima, os pilotos japoneses se impressionam com a paisagem (Fig.5). A baía de Pearl Harbor é um espelho iluminado pelo incomparável sol do  Pacífico e nela esparramados, como se fossem enormes lagartos lagarteando ao sol, 44 navios de guerra americanos esperam por eles. Yuji Akanamatsu, dentro de seu majestoso Zero, o Fórmula 1 japonês alado e armado, registrou : “Nós treinamos como loucos para esse momento. Nunca tivemos um único dia de folga. Só quando chovia. E sabíamos que íamos começar uma guerra contra os Estados Unidos. Nossos comandantes nos mostravam cartazes com a silhueta de cada navio americano. Conhecíamos todos. Fui designado para bombardear o Arizona e o Oklahoma”.

A chegada dos aviões japoneses, em formação irrepreensível, foi de uma perfeição matemática, e seus mergulhos mortais poderiam lembrar aqueles de excepcionais trapezistas se lançando pelo céu. Foi um massacre. Em minutos o esplendoroso cenário havaiano havia se transformado em um inferno (Fig.4). O encouraçado Arizona literalmente saiu da água quando uma bomba atingiu seu depósito de munição (Figs 6 e 7). Uma seqüência de torpedos emborcou o encouraçado Oklahoma (Fig.8). Nas duas horas seguintes, com mais 170 aviões chegando às 8h40 min na segunda onda do “Vento Divino”, os pilotos puderam escolher seus alvos. Sem resistência, pois 349 aviões americanos, cuidadosamente agrupados no centro de 3 bases aéreas, para impedir sabotagem, viraram cavaco de ferro queimado em pouco tempo. Pearl Harbor se transformou em uma fornalha envolvida em fumaça. Com 18 navios em chamas, rolos de fogo e fumaça negra subiam aos céus enquanto as águas da baía, empapadas de combustível, ardiam sem cessar. Quem saltasse de um convés era abraçado por labaredas que envolviam os barcos por todos os lados.

Aos 27 anos de idade, o Capitão Norman Lancaster estava no Cruzador USS Phoenix. Segundo ele, “estava me barbeando para ir à praia em Waikiki e encontrar umas enfermeiras. O barulho de motores de avião e de explosões me fez olhar pela escotilha do meu navio. Vi uma bomba cair e, logo em seguida, o USS Arizona voar pelos ares. Uma nuvem em forma de cogumelo subiu aos céus. Mas eu só tive certeza que era um ataque inimigo quando um Zero passou na altura da minha escotilha exibindo aquela inesquecível figura do sol nascente. Não era treino. Era guerra para valer.”

Dois pilotos americanos conseguiram decolar em seus P40’s. Derrubaram 7 aviões japoneses. Dos 360 aviões do Vento Divino, apenas 29 foram abatidos. Os americanos tiveram 3.581 baixas, entre mortos e feridos, civis e militares. Só com o USS Arizona, afundaram 1.177 oficiais e marinheiros. O episódio fez uma onda de indignação varrer a América.  A declaração de guerra foi aprovada no Congresso no dia seguinte ao ataque e, durante os 4 anos seguintes, o demônio estaria solto no Oceano Pacífico.

Passados quase setenta anos do dia 7 de dezembro de 1941, Pearl Harbor é uma base naval dos tempos de paz e um santuário. E o Havaí é um resort do consumismo americano. O USS Arizona continua atraindo visitantes, décadas afora. Como foi afundado em parte rasa da baía, seu casco e canhões enferrujados podem ser vistos da superfície. Um monumento aos seus mortos foi erguido em cima da estrutura, e as flores anônimas ali deixadas demonstram que cada nome perdido ainda é uma lembrança para alguém. O cheiro de óleo misturado com água salgada é muito forte ali. Afinal, o Arizona ainda está com seus tanques de combustível cheios, o que faz pequenas bolhas de óleo se soltarem ininterruptamente (Fig.9). Como avisos diários para que nada daquilo jamais se repita na História.  

 

Estive com Pearl Harbor em duas ocasiões. Numa delas, voltando de Hong Kong e Tóquio para o Brasil, fiz uma escala de 3 dias em Honolulu. Do bochicho no centro colorido da cidade, um ônibus com ar condicionado me deixou na entrada da base, em 10 minutos. O familiar cheiro de óleo e mar e o barulho dos motores diesel me convidavam para entrar. O tour de barco pela base naval mostrava a localização exata de cada navio no dia do ataque japonês, com direito a parada no monumento sobre os restos borbulhantes do Arizona. Uma maquete enorme no Centro de Visitantes mostrava o campo de batalha. E filmes da época repetiam imagens dos estragos. O guia era um veterano de 7 de dezembro de 1941, Sargento  Horace Kelly, então almoxarife, mas ainda na casa dos 60 anos (eu estava em início de carreira na IBM). Sua descrição do ataque, de pé em uma plataforma, de onde se podia ver a cadeia de montanhas que  cerca Pearl Harbor, foi um filme de cinema. Mostrou de onde veio a primeira onda do Vento Divino e, depois, a segunda. Falou de companheiros mortos , do quadro de devastação. Transpirava emoção, como se aquilo tudo tivesse ocorrido há poucos meses. Na despedida, perguntei a ele se conhecia o Cruzador Saint Louis, o CL 49. “Sure, mate”, respondeu enquanto eu ia saindo, “that was a tough one”.

 

O USS Saint Louis, cruzador leve, registrado na Marinha Americana sob a sigla CL 49, foi lançado ao mar em 15 de abril de1938 e incorporado ao serviço naval em 19 de abril de 1939. Herói de Guerra, foi aposentado em 25 de julho de 1945, com o codinome “Lucky Lou, the ship that wouldn’t be sunk” (Lu Sortudo, o navio que não podia ser afundado). Seu currículo mostra que foi torpedeado, metralhado, bombardeado, atacado por kamikazes, navios e submarinos, tendo inaugurado sua vida de combates em Pearl Harbor, em 7 de dezembro de 1941. Esteve depois em Midway, Okinawa e Guadalcanal, todos infernos da guerra do Pacífico, integrantes do conhecido Tokyo Express. Seus 15 canhões de 152mm, 8 de 127mm, 28 baterias de 40mm e 8 metralhadoras de 20mm mandaram toneladas e mais toneladas de aço inimigo para as profundezas do oceano (Fig.10).

Missão cumprida no Oceano Pacífico, veio conhecer o Atlântico, incorporado à Marinha Brasileira, em 1951, como Cruzador Tamandaré, o C12 (Fig.11). Foi então que Pearl Harbor veio até mim. Em viagem de formatura como oficial, de Guarda Marinha para Segundo Tenente passei 4 semanas no mar a bordo do Cruzador Tamandaré, o “Lucky Lou”  de Pearl Harbor.  Em incontáveis noites escuras mar adentro, sargentos veteranos faziam roda de “causos” sobre as batalhas do Tamandaré na Segunda Guerra Mundial, ilustrados por aparições recentes de fantasmas de kamikazes, cenas de harakiri coletivo, e canhoneiros sem cabeça ou similar. Atividades sociais no Rio Grande, em Buenos Aires e Montevideo deram o charme  à viagem com os bailes a bordo perfumados pelos brotinhos das sociedades locais. Com os uniformes brancos de gala dos guardas-marinha, as forças femininas já chegavam em desvantagem.

E foi na última noite a bordo, que a hora da verdade chegou. Exercício de tiro no escuro em pleno Atlântico. Com mais três colegas, eu guarnecia uma bateria de 40 mm. Balas tracejantes deveriam derrubar o “inimigo”, um alvo luminoso enorme, lançado para o alto da escuridão por um canhão de 127mm. Como artilheiro, deveria iniciar os disparos apertando um pedal quando o aviso “FIRE” acendesse diante de mim.  A expectativa era cruel, o silêncio, criminoso, mas o medo ficava escondido debaixo dos capacetes de aço. De repente, o navio estremece com o troar do canhão de 127mm. O céu se ilumina com o “kamikaze” pirotécnico, o comando “FIRE” entra em sincronismo com o pedal gatilho e as balas tracejantes riscam o céu negro. Riscam e riscam, continuam riscando até que o alvo luminoso se despedaça.

Encerrado o exercício, o Almirante Lobo manda nos chamar na Sala de Comando. A gente foi se borrando, vai ver tínhamos feito alguma bobagem e íamos ser presos. Nada disso, o Almirante colocou nós quatro na Ordem do Dia, por termos sido os primeiros guardas-marinha a abaterem o alvo luminoso no Cruzador Tamandaré. E deu, a cada um de nós, um cartucho de metal de 40mm, usado nos tiros ao “kamikaze”.  Tantos anos depois, o cartucho, aqui na minha frente, é um dos meus mais valiosos troféus.

No dia seguinte, desembarque. Cais do Arsenal de Marinha no Rio de Janeiro lotado de parentes e amigos. Inicio a descida da rampa, em resplandecente uniforme branco, enquanto a banda de fuzileiros navais começa a tocar os acordes do imortal Cisne Branco. No último degrau, já com o quépi enterrado nos olhos escondendo teimosas lágrimas, faço direita volver, encaro a banda e a bandeira brasileira e faço minha última saudação como militar. Uma continência para o “Lucky Lou”, o bravo combatente (Fig.12).

Meu pai, ao pé da rampa, sorriso silencioso estampado no rosto, toca em minhas platinas de oficial nos ombros e apenas diz. “Que beleza, meu filho”.

 

 

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22 respostas para PEARL HARBOR – DO VENTO DIVINO AO ADEUS DE UM BRAVO COMBATENTE

  1. Luz de Pedra disse:

    "O passado veio ao presente retribuir a visita". 

    Essa frase é gloriosa !

  2. Voyeur de Wayzata disse:

    Caro Professor,
     
    Grato por mais uma comovente viagem à Historia, desta vez em uma de suas mais dramáticas páginas.
     
    Havendo vivido tão de perto o Setembro 11, posso afirmar que foi o mais terrível dia de minha vida, talvez comparável – até mesmo em nro. de vítimas – ao impacto causado por Pearl Harbor : ao redor das 10 da manhã, aprox 4.400 vôos comerciais, seguindo ordens de Washington, haviam feito aterrizagens forçadas nas pistas mais próximas de onde se encontravam voando pelo céu norteamericano, e tudo não durou mais de 20 minutos ! O silêncio aéreo absoluto em todo o país naquela manhã, interrompido a cada instante pelos F-15, F-16, sei lá, varrendo os céus rompendo a barreira do som, congelou a espinha… Naquele momento me lembro que fui pro meio da rua e, olhando pro céu, sem saber o que nos aguardava nas próximas horas, Pearl Harbor me veio à mente. Pensei : " Afinal, o que é que estou fazendo aqui perdido neste Meio Oeste e no meio de uma guerra ?! " . E corri pra dentro de novo…
    Acho que Setembro 11 valorizou e refrescou a memória de Pearl Harbor nas mentes das novas gerações.
    Naquele momento, Bush se reelegeu…
     
    By the way, não sabia de suas estrepolias pela Marinha. Vendo sua foto, dentuço e garboso, fico imaginando que ali começou seu aprendizado no envio de torpedos tendo como alvo o "fogo inimigo" feminino. A mesma postura garbosa que cruzou, sumacumlaudeamente, a linha de chegada da Course de L\’Escalade…
     
    Saudações com saudades…
     
     
     

  3. Luz de Pedra disse:

    Gostei da Fig. 12, tão jovem, tão menino…

  4. Delicado da Kibon disse:

    Sempre voltada para o lado emocional, lá vai, Professor, que jeito!
    Pois eu, na adolescência, tinha uma "paixão" especial pela Marinha. Um vestido azul-marinho e branco era a minha roupa de festa favorita, a ponto de um tio Comandante me chamar de "marinheirinha". A partir daí, ter na própria casa um jovem oficial, com suas platinas sobre o impecável uniforme branco, passou a ser um orgulho para mim, e o jovem oficial, o foco de minha grande admiração.
    Delicado da Kibon

  5. Capitão Raimundo Nonato disse:

    Mestre dos Mestres
    Essa sua história das bomba japonesa no Avaí mexeu muitio com o bando aqui no cangaço. Porreta demais ! Óia que os companhero Esporão, Mão de Onça e Sete Frexa queria encher o cangaceiro Índio de porrada, só porque ele tem zóio trincado de japonês. E o Dente de Cobra, triste porque Marianinha, sua muié fugiu com um macaco da volante, subiu no Pico do Cariti pra módi pulá lá de riba dizendo que era kamikauso. Nóis seguremo ele a tempo e agora tá lá, amarrado pelos pé, no tronco do pé de sapoti, tomando todas, iguarzinho ao Lula dos Mindinho.
    Pois tem mais. Fique o professô sabendo que, por causio de sua farda branca de cisne, a turma agora qué usá uniforme branco de cangaceiro todo domingo. Já mataro até uns bode branco prás muié costurá as rôpa nova. Antonti nóis fez um concêlho de guerra e por causa dos seus tiro naquele marzão preto no tal de Luquilu, nomiemo o mestre amigo Cangaceiro Honorário Pato Branco. Mas como o sinhô é tenente e eu sou capitão, o sinhô me deve continência.
    Abraços do amigo acoitado no sertão,
     
    Capitão Raimundo Nonato

  6. Gaita disse:

    E eu nunca esqueci desse guarda-marinha todo de branco. Eu e tu, na Base Naval de Aratu, caçando siris e pirilampos.
    Maravilhoso, professorzinho.

  7. Delicado da Kibon disse:

    Eu gosto muito dos comentários do Capitão e do Voyeur; são espertos, inteligentes, cultos!
    Volta e meia leio e releio os antigos textos! ADORO!

  8. Kiki disse:

    Professor, Campeão da Copa do Brasil
    Acho que no dia de hoje meus sobrinhos podem até derrubar a cobertura que o Papai não vai nem ligar porque hoje tudo está como o céu, azul , azul, ou seria melhor dizer que tudo está tricolor ?! PARABÉNS pela vitória do seu time mais querido. FLUMINENSE !
    KIKI

  9. Raspa do Tacho disse:

    Tinha mesmo que escrever procê, te dando os parabéns e imaginando a sua alegria de ver o Fluminense ganhar a Copa do Brasil lá na sua Florianópolis.!!!!!!!!!!!!!!! Um beijo,
    Raspa do Tacho

  10. Delicado da Kibon disse:

    Aí hem Professor! Abro cedo esse troço e leio no JB eletrônico:  "A Copa do Brasil é do Rio e do Tricolor"!!! Como você ainda estava dormindo, pensei em você com tanta força que você deve ter acordado pensando em mim!!!
    D.K.
     
     

  11. Faustinho disse:

    Caro Professor,
    ao ler o texto, são diversas as sensações. A primeira que vem é a de poder assistir a uma aula de história impressionantemente detalhada. Depois, a sua participação real pelas águas da história mostra que eu tô bem de amigos. E, por fim, aquele sorriso jovem e maroto com a roupa da marinha parece já prever um final feliz da Copa do Brasil 2007.
    Parabéns, duas vezes…

  12. Patrícia disse:

    Uma coisa: texto rico, minucioso, ilustrativo e interessante, deveras.
     
    Outra coisa: OBRIGADA por ser sempre tão gentil e suave comigo. Obrigada por me enxergar e compreender.
     
    Mais uma coisa: sabia q vc gostaria do Eye of Google, é uma ferramenta bem útil, de fato.
     
    Beijo, Professeur Étoile Mer
     

  13. Patrícia disse:

    Seus posts são verdadeiras aulas. Aprendo aqui tudo q não consegui aprender em anos de estudo.
    Bom, eu não sou nenhum Jorge Amado, mas comigo acontece um processo bem similar ao dele ou, como diria Einstein, "a verdade se me revela" enquanto escrevo.
    Bjo, Professor, excelente sábado pra vc.

  14. Sasaki disse:

    Sensacional esse seu espaço, velho amigo. Não sabia que você tinha entrada fundo nessa trilha de historiador. Parabéns e obrigado pelos ensinamentos. Ensinamentos que começaram, profissionalmente, em 1988, quando formamos fileiras para transformar a IBM em Santa Catarina. Não se esqueça de contar de novo aquelas Histórias da Ilha de Santa Catarina em que você levantou a platéia no Kick Off da Filial, nos idos de 1990.
    Um abraço amigo,
    Sasaki 

  15. Raspa do Tacho disse:

    Fraterno Astromar
    Fiquei sabendo que você vai fazer uma palestra na PUC/RJ sobre a Guerra Civil Americana, in English …
    Vai ser professor de verdade, ô cara. Você leva o maior jeito !!!!!!!
    Oferece suas palestras, tenho certeza que vão adorar !

  16. Luz de Pedra disse:

    Grande PROFESSOR!                                                                                                                         Parabéns. Quando vai ser essa sua aula sobre a Guerra Civil Americana ? Papai certamente está vibrando, ele amava história, e você.

  17. Delicado da Kibon disse:

    PARABÉNS pela aula de Guerra Civil que vem aí, Professor.
    Se eu pudesse, estaria lá, para ouvir e aplaudir. Vai fundo !

  18. Patrícia disse:

    Obrigada, Professor. Tenho quem me inspire.

  19. Patrícia disse:

    Quando será a palestra? Eu já estou lá, primeira fila.

  20. Patrícia disse:

    "Viagens" será ainda mais interativo com músicas ou vídeos. Aqui vai um link bem explicativo, q serve tanto para arquivos em mp3, wma, como para clips (wmv) – http://matsunoy.sites.uol.com.br/blog/Windows-Media-Player.html
     
    Mal posso esperar novembro para assistir sua palestra!
     
    Bjo, Professor. Have a nice week.

  21. Márcia Franco disse:

    Astromar ! Adorei seu novo site / blog… Você eh uma mente brilhante que nunca para! Como faço para ir a sua palestra? Alias, queremos ir os 2, eu e o Emerson, ele adora o assunto!Aliás, vamos jantar / almoçar algo assim. Moro no Leblon, que tem várias alternativas de bons restaurantes e é pertinho da PUC.Vou adorar te ver. 
    Grande abraço, 
    Márcia

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