NATAL ANTES DE CRISTO …?


NATAL ANTES DE CRISTO …?

Folclore, Arte, Tradição e um Surfe Cerebral na História

  

 

Morando nos Estados Unidos durante meu mestrado na Universidade de Stanford, e construindo uma carreira de 27 anos na IBM, vi e vivi todas as tradições do Natal americano. Papai Noel em seu trenó puxado por renas pelo céu afora e aterrissando sobre telhados cobertos de neve, para logo descer por chaminés sem se sujar e sem se queimar; meias vermelhas penduradas na lareira aguardando presentes extraídos de um colossal saco sem fundo; árvores de Natal encantadas, coloridas por todo tipo de adereço, de bolas a luzes,  de animais a duendes, de flocos de algodão a cerejas e pinhas, estrelas e cometas e todos os personagens possíveis e imagináveis dos desenhos animados de infâncias atemporais. Fora os concursos de bairro para premiar o telhado mais iluminado, o jardim mais empetecado, o boneco de neve mais desmiolado. Se não fosse a montagem do presépio no lar, aprendida com meus pais e adotada com louvor por minha filha, minha visão de Natal teria sido americana.

Mas tudo mudou durante duas semanas de dezembro do ano passado, numa travessia da Itália, de Veneza a Roma, passando pela Toscana. Os primeiros sinais foram quase imperceptíveis, já que no começo do mês, o espírito de natal italiano ainda hibernava. Veneza acenava com minúsculas luzes emoldurando as galerias colunadas da Piazza di San Marco.

 

                                 

Galerias da Piazza di San Marco                 Cristal de Murano                                                Loja de Máscaras

  

Algumas vitrines mostravam o Natal dos cristais de Murano. E as lojas de máscaras se abasteciam para o Carnaval que ia chegar. Em Florença, me abracei com um Papai Noel de Nova York, velho conhecido. Apenas para descobrir, logo depois, um outro, bem diferente. Quase medieval. Até hoje não sei se é uma obra de arte, um enfeite, um brinquedo ou um pouco de tudo.

 

 Papai Noel americano em Florença     Papai Noel medieval florentino

  

Aviso do que me aguardava nas colinas da Toscana de cinco civilizações (etrusca, romana, medieval, renascentista e moderna). Em Volterra, apesar de um deslocado boneco de neve gigante diante de uma gellateria, as ruelas milenares traziam lojas decoradas com motivos compatíveis com sua história. Imagens e candelabros sacros, de extremo bom gosto e artesanalmente produzidos.

                     

Boneco de neve perdido em Volterra                        Vitrines natalinas em Volterra

  

E aqui e ali, alabastro. Como Viajante da História e descendente dos Berlinghieri de Volterra, não tenho dúvidas: a luminosidade que atravessa o alabastro só pode ser decoração natalina divina.  Cortona mostrava um pinheiro alpino dentro de uma trattoria e brinquedos iluminados em sua piazzetta. Montalcino se enfeita com as próprias parreiras e com o vermelho de seu Brunello presente nos detalhes dos ornamentos e até na decoração do primo piatto de uma de suas enotrias.

 

                 

Cipreste em Cortona                           Piazzetta em Cortona                                                                  Montalcino

  

Em San Gimignano,  bambini se encantavam com brinquedos de madeira que caiam do céu, pendurados no teto da oficina de um provável Gepetto.

 

   

                                                                           San Gimignano  

  

                                                                                                                                

                                                                                                                                                   Orvieto

  

E no adeus à Toscana, em Orvieto, uma ruela medieval coberta de enfeites natalinos das cinco civilizações me trouxe um lampejo de reflexão. Nos Estados Unidos, o Natal é recente, pois o país não tem ainda 300 anos. Lá, o festejo do Natal tomou força entre 1861 e 1865, em plena Guerra Civil. Saudosos de casa e com a expectativa de um ferimento mortal a qualquer instante, os soldados interrompiam as batalhas para escrever para casa e cantar, por exemplo, Noite Feliz diante de uma improvisada árvore, símbolo de mil saudades. Na Europa, o velho continente, berço das histórias de toda uma História, o Natal é milenar e, apesar da influência americana, ainda está muito ligado ao nascimento de Jesus Cristo. A primeira referência à celebração do Natal vem de um manuscrito romano, do ano 354. Charlemagne, no ano 800 e Guilherme o Conquistador, em 1066, foram coroados no Natal. A troca de presentes vem do século XIII e Papai Noel já está com 600 anos, concebido pelo folclore medieval do século XV. Por sua vez, a árvore de Natal surgiu na Alemanha, durante o século XVI. Pois é, vem de muito longe o caleidoscópio de enfeites diferenciados descobertos por mim em Veneza e na Toscana. Sem sombra de dúvida, esse Natal antigo é de extremo bom gosto, explicita a santidade, revive arte renascentista, introduz produção local artesanal e destaca o regionalismo.

Minha chegada a Roma em meados de dezembro já encontrou a decoração de Natal no seu auge. A sóbria, artística e elegante Piazza Navona tinha se transformado, sob a explosão de todas as luzes, em um Mercato di Natale esplendoroso. As fontes de Bernini sumiram, engolidas por barracas e mais barracas lotadas de berros dos italianos e de todo tipo possível e imaginável de enfeite.

 

  

               Piazza Navona                                                        Mercado na Piazza                                      Barraquinha de Natal na Piazza Navona

  

Foi lá que conheci as Befanas, bruxinhas que se perderam a caminho de Belém quando iam levando presentes para o Menino Jesus e, hoje em dia, ajudam Papai Noel na tarefa mágica de distribuir presentes para a criançada. Reencontrei Pinocchio, boneco italiano, hoje assíduo símbolo natalino, construído por Gepetto em 1883 e criado pelo escritor toscanês Carlo Collodi. E incorporei à minha coleção de Guerreiros da História um centurião e um arco imperial romano de papel marché.

 

     

                     Las Befanas                                                            Penca de Pinocchios                                                      Ornamento para presépio

  

No caminho para o Pantheon, encontro a Via Condotti, endereço de todas as griffes, decorada com a simplicidade, a fineza e o acolhimento de uma residência. E o antigo templo romano de Marcus Agrippa, saqueado em sua abóboda de bronze e quase destruído pelo fanatismo de papas libidinosos recebe o Natal com seu perímetro de ruelas discretamente povoadas por galerias de arte e antiquários. Foi lá, em um impulso consumista, que não resisti a um anjo magnífico, agora personagem do meu Natal.

 

       

                               Pantheon e suas ruelas                                                                       Anjo do Pantheon no meu Natal

                

Mas, naquela Disney Store, com cara de uma loja do império romano, diante de Mickey, Pateta e outros personagens Disney caracterizados como César, senadores e centuriões, ao meio de adereços natalinos na Roma Antiga e de crianças adultas e de crianças infantis carregadas de sacolas de tudo, me senti zonzo, levado para uma estrada de volta ao passado.

                                                          Disney Store na Roma Antiga

  

O efeito tomou as dimensões de uma pororoca entre o hoje e a Antigüidade ao me deparar com um gigantesco pinheiro de Natal dos Alpes italianos iluminado diante do Coliseu. Viajei no tempo, voltei 2.000 anos na História. Vinte séculos separando, por apenas alguns metros, um ícone de paz de um símbolo de crueldade, martírio, sangue e corrupção. Entrei na realidade do irreal, enguicei entre a estória e a História, afundei na fantasia da verdade.Surtei, caros amigos.

   

                        Árvore de Natal dos Alpes Italianos e o Coliseu

  

O alarido vindo do outro lado da Via dei Corsi Imperiali chamou minha atenção. Num Foro Romano retornado ao seu antigo esplendor, uma multidão de patrícios berrava diante de Papai Noel, que tentava acalmar os ânimos, encarapitado na Rostra. A Rostra é uma plataforma de tijolos, mármore e degraus situada entre o Arco de Septimus Severus, a Basílica Giulia e a Curia. Lá eram proferidos discursos às multidões da Roma Antiga.

  

                                                                         Rostra Antiqua

  

Foi projetada por Julio César, que dali fez seu juramento como ditador vitalício e ali Marco Antônio discursou diante do corpo esfaqueado e ensangüentado do líder e amigo. Do alto da Rostra, porta-vozes imperiais liam notícias manipuladas, com variações de pontos para mais e  para menos, e candidatos a cargos politicos prometiam pão, circo e mensalão. O povo romano pobre vivia das migalhas oficiais do Bolsae Familiaris e dos espetáculos promovidos na arena pelos companheiros do programa Ave Caesar, morituri te salutant.

 

     

                                                                                   Rostra em ruínas no Foro Romano, 2006

  

Mas, coitado do Papai Noel… A turba ululante pedia aumento de presentes. Os senadores se abstiveram, em sessão secreta. Papai Noel estava sozinho, perdia as forças. Quando atravessava a rua para ajudá-lo, percebi um movimento furtivo junto à entrada da Cloaca Massima. Era a legião blindada dos Potamon Fluviatile. A Cloaca Massima (em Latim, o “Grande Esgoto”), é uma das mais antigas redes de esgoto do mundo. Foi construída nos anos 600 A.C., a partir de antigo projetos da engenharia etrusca, para drenar as águas residuais de chuvas, pântanos, inundações fluviais e lixo para o Rio Tibre, que atravessa Roma em direção ao Mar Tirreno. No Foro Romano, a Cloaca Massima não só funciona até hoje na drenagem, mas também como válvula de escape para turistas com incontinência urinária.

 

     

Cloaca Massima – ralo                                       Cloaca Massima – galeria                                Cloaca Massima no Rio Tibre Século XVII

  

A Cloaca Massima é residência das legiões Potamon Fluviatile. Os mais antigos habitantes de Roma, lá chegados oriundos da Grécia Olímpica há 3.000 anos. Em outras palavras, são os verdadeiros fundadores da Cidade Eterna, já que Rômulo, Remo e a Loba só apareceram pelo pedaço 400 anos depois desses pioneiros “low profile”. Foram descobertos por zoólogos italianos em 1997, enquanto andavam de lado num footing tranqüilo pelas praças e lojas do Mercado de Trajano.

                                                                                    

                                                      Mercado de Trajano, 2006

 

Hoje falidas, essas lojas abasteceram o Papai Noel Imperial em um sem número de Natais Antes de Cristo. Os Potamon resistiram aos séculos e cerca de 1.000 deles estão sediados até hoje na Cloaca Massima. São caranguejos de água doce gigantescos que invadem o Foro Romano quando as águas do Rio Tibre sobem com a maré, invertendo o fluxo de líquido e detritos dentro da Cloaca. Chegam a medir de 12 a 18 centímetros. Possuem uma couraça quase impenetrável, que os permite morrer de velho com a geriátrica e recordista idade de 15 anos. Seus inimigos predadores desistiram deles antes de Rômulo matar Remo. Sua função como seguranças e fretistas de um Papai Noel ainda fluvial, anterior às renas aéreas, levou-os a socorrer o Bom Velhinho diante da turba companheira insaciável cujo alarido eu presenciava. Saíram dos ralos da Cloaca, arrancaram dedões de sindicalistas sandalizados e resgataram Papai Noel para dentro dos labirintos do Grande Esgoto. Segundo historiadores crustáceos, os Potamon Fluviatile faziam frete para Papai Noel, carregando toneladas de presentes em bigas flutuantes, cloaca afora. Ou adentro. A tecnologia moderna obsoletou-os, substituídos que foram pelo trenó movido a renas.

 

                                                                  

                                            Caranguejo Potamon Fluviatile fazendo footing lateral no Mercado de Trajano

 

Mas existe uma outra versão de Papai Noel em Roma. Uma criatura implacável, que só trazia presentes para os que passavam no teste da verdade. O candidato a um presente deveria colocar a mão em sua boca. Se fosse mentiroso, a mão era decepada. Sua imagem está eternizada na Bocca Dell Veritá, na Igreja de Santa Maria di Cosmedin, bem próxima ao foro. Um disco de mármore, do século I A.C., esculpido com uma caratonha furibunda e uma boca enorme e faminta. Ainda funciona. Tanto que existe uma versão alternativa ao feito do Jacaré do Lago Paranoá com relação ao mindinho de Lula: teria sido eliminado pela Boca della Veritá, por razões óbvias. Não é à toa que Lula não vai a Roma; por achar que o beija-mão deve ser do Papa com ele, a divindade de Garanhuns, e não versa-vice e também por paura da impiedade do Papai Noel devorador. 

 

     

                                                             La Bocca Della Veritá

  

Passado esse devaneio em curta metragem épico, meu cerebelo começou a desanuviar, a pororoca na ampulheta foi sossegando, percebi uma placa no final do foro, indicando uma gruta em forma de capela ou vice-versa. A placa dizia “Quo Vadis”, a pergunta que Jesus Cristo fez a Pedro quando este fugia da Roma de Nero. Naquele local, minúscula prisão da Roma Antiga, São Pedro e São Paulo passaram seus últimos dias. Pedro, crucificado de cabeça para baixo. E Paulo, pelo fato de ser ex-centurião, decapitado. Além deles, outros prisioneiros de importância política partiram dali para a execução pública. O turista de massa ignora. O Viajante na História se arrepia, com a emoção da descoberta de uma micro cela duplex onde, no primeiro andar, um altar celebra a santidade do local. Na parede uma placa de alabastro aponta os principais condenados, a forma com que morreram e o imperador de ocasião. Já no subsolo, numa escuridão quase total, o exíguo espaço tem suas paredes de pedra cobertas de graffiti seculares, postados pelos infelizes ali atirados. Ao colocar a mão na friagem daquelas pedras, uma força vibrante atravessa o corpo do ungido peregrino. Coisas dos mistérios da meia-noite.

     

Capela-prisão de São Pedro e São Paulo Térreo  Lista de condenados-subsolo  Prisão de São Pedro e São Paulo-subsolo

 

O contraste da escuridão da catacumba santificada com o brilho do sol romano de inverno provoca o pouso final da volta à realidade. Hora de empacotar descobertas, imagens, lembranças e histórias e partir para o Aeroporto Leonardo Da Vinci. Enquanto apertava o cinto para decolagem do vôo Alitalia 676, vi de relance a capa do cardápio do jantar. Embaixo de mensagem natalina estava a reprodução do quadro óleo sobre madeira, Madonna con Il Bambino, de 1230, autor Belinghiero Berlinghieri, de Volterra, Toscana, meu primeiro ancestral. Veramente un miracolo di Natale.

  

                                                                                         

                                                                               Óleo sobre madeira – Berlinghieri, 1230

 

Questo c’é l’ ultimo articolo del primo anno de Viagens na História. Io voglio dire qualche parole finale. Distinti saluti di un Buon Natale a tutti e i miei migliori auguri pel l’anno 2008.

Ciao, carissimi amici.

Professor Astromar Berlinghieri.

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37 respostas para NATAL ANTES DE CRISTO …?

  1. Delicado da Kibon disse:

    Professor Astromar endoidou de vez. Até o dedo do Lula foi engolido pela Bocca Della Veritá, excelente !!!
    DK

  2. Carlita disse:

    Risos …………

  3. Roger disse:

    Astromar, tenho entrado algumas vezes no seu blog e gosto de tudo que vc escreve e das ilustrações. Mas tenho muita dificuldade em "pilotar" o blog, encontrar o que eu quero e manter o material na tela. Difícil descrever aqui, mas acho que falta user friendliness e às vezes desisto de ler e apreciar alguma coisa que certamente seria interessante. Não sou um neófito em computação doméstica e, se eu tenho dificuldades, outros certamente também as têm. Como vc e sua obra já estão num estágio mais avançado, talvez seja o caso de rever a programação do blog ou até avaliar outras alternativas de formato.Rgds,Roger

  4. Professor Astromar disse:

    Thanks pelo feedback, Roger. A MSN fez um improvement recente, permitindo incluir figuras no meio do texto. Ninguém até agora reclamou de dificuldades de navegação, já tendo chegado aos 7.000 acessos em 11 meses e centenas de comentários. Eu estou com você com relação a facilidades. Sob o meu ponto de vista, levo horas para postar uma matéria já pronta. Procurei outros blogs, mas não dão nem para saída. Não entendo nada de cibernética web, mas vou procurar opção. Talvez um site. Foi por isso que fiz o livro com o material do blog SIRIS & PIRILAMPOS. Facilidade de leitura e pedidos do pessoal.
    Abraços do Astromar
     

  5. Narciso Rujol disse:

    Estava para lhe avisar que irei a SP. Estarei aí 3a. e 4a. Gostaria de lhe encontrar para pegar o livro . Quando chegar telefono. Quem sabe marcamos para eu tomar um chope e vc uma coca-cola(sei que vc não bebe), aí por perto da sua casa?
    abs,
    Narciso

  6. Professor Astromar disse:

    Professor
    Acho que o Roger tem razão, em parte! De fato, o blog já entrou num estágio avançado. Web cibernética pode não ser o barato do Professor Astromar, mas em idéias e expressões, ele é o rei dos reis. No meu caso, eu tenho dificuldades em acrescentar comentários pois vc é que tem que colocá-los no blog. De resto, não tenho nenhum problema para entrar e ver as fotos!  
    DK

  7. Raspa do Tacho disse:

    Aditivo ao comentário do Roger.
    O blog é muito rico em imagens e textos, às vezes demora a carregar, talvez por conta da quantidade de informações cibernéticas.Eu mesma no blog de Pompéia demorei a encontrar o guerreiro avantajado e bota avantajado nisso…
    Mas isso nao me impede de manter o material, de pilotar coisa nenhuma. Ao contrário, é um blog democrático, se a gente tem algum tipo de dificuldade, o Astromar, de professor, ajuda na mesma hora. Na qualidade de irmã e em avançado grau de envolvimento, acho tudo muito tranquilo.
    Acho que os ensaios anteriores na lateral, atrapalham, é verdade, poderiam vir ao final, limparia um pouco o vizoo.

  8. Paparazzo de Pompéia disse:

    Quanta coisa interessante! E as imagens muito belas! Que trabalhão vc deve ter tido para organizar tudo.
    Não pude deixar de notar uma certa semelhança de traços entre a figura da capa do livro e um certo personagem da nossa juventude que atendia pela alcunha de Apolo!! Mas também pudera né, pois o artista é o mesmo!!
    Meus parabéns e um forte abraço,
    Paparazzo de Pompéia

  9. Patrícia disse:

    Belissimo, Professor!
    É uma linda e delirante maneira de se contar uma história.
    O Encantador de Palavras, não há mais dúvidas😉
    S.

  10. J.Bogossian disse:

    Um espetáculo o livro do Astromar. Já está na cabeceira. Brigadim.
    J.Bogossian

  11. Luz de Pedra disse:

    Discordo do leitor Roger. Não vi nenhum problema técnico.
    Pelo contrário, com a fartura de imagens o texto fica ainda mais claro.

  12. Luz de Pedra disse:

    Destaque para o seu email: "Sem vocês, eu não escreveria".  Adorei o texto sobre o Natal, sobretudo porque está amplamente ilustrado!  Decoração natalina divina ! Essa viagem à Itália RENDEU, e ainda RENDE. Inesgotável.

  13. Raspa do Tacho disse:

    Quando se te um blog, fica-se sujeito a observações muitas vezes boas, muitas vezes ruins.
    O legal deste seu blog é a turma fiel, a rodinha que eu mencionei em páginas anteriores, seu e-group fiel e apiaxonado.
    Os pobrema técnico não impediram o congelado de derreter lágrimas, não me impediram de ensopar páginas, não impediram ninguém de se perder em coisa nenhuma.
    Sentimentos que são expostos unem as pessoas.
    Bom domingo!
     

  14. Delicado da Kibon disse:

    O Professor Astromar enfiou na sacola do Papai Noel D.C. a última "viagem na história" de 2007. Grande presente de Natal para todos nós!  Boas Festas e Feliz 2008 para os comentaristas e fãs do Professor, como a…Delicado da Kibon

  15. Voyeur de Wayzata disse:

     
    Profe,
     
    Minha primeira observação é em relação ao guerreiro avantajado, e bota avantajado nisso,  mencionado por Raspa do Tacho. Posso garantir que ele não esteve em Minnesota no Xmas, a menos 20° C…Senão não seria avantajado, né, Profe ?
    Que belos flagrantes do Natal europeu, menos cosmético e mais tradicional, ao menos nos sitios históricos, que o das Americas. Aliás, por falar em tradição, esta semana, mais exatamente no dia 6, o germânico São Nicolau, o primo mais chegado a Santa, mais uma vez passou por um certo barraco de Wayzata.  Como de praxe, deixou para os miúdos Sabrina Luar e Thiago, nos enormes pés de sapato do vovô,  um ramo de cipreste, uma maçã fresquinha, pão de mel com chocolate, pastilhas de chocolate cobertas com açúcar, e um ornamento para a árvore ( flagrantes em email à parte ). Numa noite fria e de muita neve, Nicolau não se furtou em nos proporcionar um momento europeu em solo norteamericano.
    No dia 24 à noite, então, após a aparição de um Santa de carne e osso, outra tradição do barraco agora transformado em templo natalino, a familia cantará "Oh Tanembaum" em volta da própria vestida de velinhas vermelhas acesas. E então, nosso pensamento se elevará, nessa ordem, pela minoração do sofrimento dos bichinhos desprotegidos e das familias desfavorecidas e necessitadas,  pela saúde e paz dos que amamos, pela harmonia e equilibrio do planeta, e pelo Mengão…
    Demais está dizer que você e toda a familia Perlingeiro, dentro e fora do Brasil, estarão em nossas preces.
    A vocês, e por extensão à toda a familia Astromariana ( ou será Astromarense ?), que o Espírito da Natureza esteja em todos…
     
    Voyeur de Wayzata
     

  16. Professor Astromar disse:

    Meu bro Voyeur de Wayzata, lá de dentro de seu iglu em Minnesota, fez uma pesquisa Santa Noélica e descobriu:
    Papai Noel é norueguês. E ainda por cima mata aprova e mostra o crau.

    http://www.noruega.org.br/policy/traditions/christmas/Natal+na+Noruega.htm

  17. Raspa do Tacho disse:

    Meu comentário é de agradecimento ao congelado, do alto/ debaixo dos 20 graus negativos do iglu onde ele se encontra.
    Como membro da família  ASTROMARCIANA agradeço as preces e retribuo a todos.
    Tentando respirar na fornalha dos 40 graus do Rio de Janeiro, elogio suas observações, as gravatinhas do menino bem comportado inaciano, a alegria do reencontro de vcs.
    E fica aqui um tema para o professor dissertar no próximo ano: que venha a Cristina Kirchner com o bastão na mão!!!!!!!
     

  18. Voyeur de Wayzata disse:

    Estava chegando de caminhar com o Fiel Guga ( a menos 15°C pra não perder o hábito ) , já na porta de casa e pràticamente mijado nas calças ( v. sabe, dramáticas diferenças de temperatura mexem com a minha tiroide e o meu avantajado volume…) quando o Tim, nosso simpático mailman, estacionou seu veículo e me gritou : " Have something big for you today ! Either a new World Atlas or (by its weight) the original 10 Commandments
    Tablets ! " . Quando vi o pacotaço amarelo dos CORREIOS, símbolo maior do evento que detonou essa energia implacável do Professor Astromar, não tive dúvidas, e um primeiro pensamento me dominou a mente : " Fala sério…Não tinha ideia de que a estreia literaria do Bro era de dimensão enciclopédica senão não teria pedido os 2 volumes. Gastou uma baba com essa remessa…". 
    Falando sério mesmo, enciclopédica foi minha alegria ao receber o meu exemplar e o de Tatiana , com as carinhosas dedicatorias. E com a perspectiva de ficar famoso, quando o seu também avantajado volume ( e como diria Raspa do Tacho, bota avantajado nisso ) trepar os degraus na lista dos bestsellers do Barnes & Noble :
    " Moço, ele é meu amigo !".
    Abraços fraternais,
    Voyeur

  19. Delicado da Kibon disse:

    Adorei o Voyeur recebendo seu livro, o "stay cool", "moço, ele é meu amigo"…  Porque ele é voyeur?

  20. Capitão Raimundo Nonato disse:

    Mestre dos Mestres
    Demorei um bucadim a sortá a verve nesse artículo natalêncio que tu escreveu, mas é que eu mais o bando tava em Rocinha do Nabo Torto ajudando as iscriança de lá e fazê cartinha pro Papai Noel. Tu ia gostá de vê aquela animação arretada, Professô. Tem um que pediu um Saci Pererê que joga futebol. Já um tár de Inacim pediu um litro de pinga braba. E a Claudicélia Luana pediu as alpercata Croc, uma de cada côr, que ela diz que é fabricada pelo Jacaré do Lago Paranoá, pois tem até foto do bicho nas fivela.
    Adispois que vortemo pro acoito, arrumemo nossa árvore de natal do agreste, Professô. Vixe, que beleza ! Um cajueiro chorão arriado de cajuzim vermelho mais amarelo, que nem as bola de natal de verdade. Mas agora a turma tá qui tá com essa sua história dos caranguejo romário de Roma. O Beato Salu diz que aqui no Ribeirão das Almas tem uns aparentado deles. Baita guaiamum da casca dura, primo do Caranguejo Major Agarra-Segura-e-Não-Larga-Mais, personagem de Monteiro Lambada no seu livro Reinações de Narizinho. Caranguejada boa de briga e de beberage. Já o Buraco da Bosta Sêca, aquela gruta onde a turma desce as carça e faz descarrêgo das sobra de carne-sêca de bode é muito mais fedido que a tal da Cloaca Massima, pois lá caranguejo entra andando de lado e sai correndo de frente…
    Agora, que qui tá se açucedendo com meu livro dos Siris Misterioso da Meia Noite ? Até o do congelado lá nos Estado Americano já recebeu o dele, com carteiro falando inglês com o cachorro e tudo. Aqui, nadim. Enquanto meu livro não chega, rabisquei umas modestas estrófias em parceria com o poeta de cordel Patativa do Assoré, já falecido, e mandei pra tu espaiá pela moçada do blog, como Boas Festas pra tudim. Mas se tu tivé um Berlinghieri italiano ligado à Cosa Nostra, pede pra ele se arribá nas escadaria da Rostra e falá um monte de Bostra.
    Feliz Natal, meu professô.
    A sua bença,
    Capitão Raimundo Nonato

  21. Nihonjin de Paraguay disse:

    Professor Astromar, muitas felicidades pelo seu aniversário!!! Aprendi com meu sábio avô que devemos agradecer a oportunidade de conhecer pessoas especiais que fazem diferença em nossas vidas. Por isso, muito obrigado por compartilhar seu conhecimento, sua memória privilegiada e sua mente brilhante com seus amigos e leitores. Parabéns pelo seu aniversários, pelo primeiro ano de Viagens na História e pelo livro. Grazie per tutto !

  22. Delicado da Kibon disse:

    Eu estou aqui às gargalhadas com o Raimundo Nonato! Acho que o vizinho suiço e calado vai até se assustar. "Caranguejo entrando de lado e saindo correndo de frente", tá bom demais! Até o carteiro do congelado entrou na brincadeira! Com o Capitão, nâo há igual!

  23. Luz de Pedra disse:

    Esse Nonato está demais hoje. "Vixe, que beleza ! Um cajueiro chorão arriado de cajuzim vermelho mais amarelo". 
    No cartão de Natal gostei das "bençãos para os seromano".

  24. Professor Astromar disse:

    Esclarecendo, a pedidos: Voyeur de Wayzata, meu colega de Colégio Santo Inácio, que não encontro pessoalmente desde as épocas do 4o. ano ginasial, mora em Wayzara, Minnesota. No inverno, dia amenos a -20 graus negativos; no verão, um calorzão de 4 graus. Ele se auto denomina Voyeur porque fica lá de longe, em cima do muro, só vendo o que acontece no Brasil. Flamengo roxo no meio dos Minnesota Vikings

  25. Faustinho disse:

    Meu caro professor,
    o texto ainda não li. Quero ler com calma e a correria desta última semana de trabalho me impediu qualquer leitura mais aprofundada. Mas resolvi escrever porque amanhã é um dia muito especial. Afinal, foi num 15 de dezembro que seu pai e sua mãe tiveram a alegria de vê-lo nascer. Para nós, é uma alegria ter você como amigo e poder desejar um FELIZ ANIVERSÁRIO, que Deus te abençoe e continue te inspirando para escrever histórias maravilhosas…
    PARABÉNS

  26. Raspa do Tacho disse:

    Amado mestre
    Meu comentário hoje vai escancarado ao irmão, ao professor, ao amigo de sempre. Para toda a rodinha que, com seus textos maravilhosos, formou-se ao seu redor qual sociedade nada secreta.
    Quando vc nasceu, 10 dias antes do Natal, foi o presente que nossos pais sempre sonharam. Um lindo menino, nome do pai, primeiro filho depois de tanta espera. Príncipe, absoluto reinado.
    A família de nossa mãe ficou muito feliz, as primas, as tias, as tias avós, uma família predominantemente de mulheres, traziam presentes, suspiros, babadores.
    A família de nosso pai trazia a competição entre os primos, os primogênitos, um amor absolutamente velado.
    Nós irmãs, Marias, formávamos um bloco feminino, que vinha uns passos atrás.
    Escrevo estas bobagens para dizer apenas que o tempo passou, levou nossos queridos pais, os Natais agora têm outro rosto.
    Nós ficamos mais sábios, aprendemos com o sofrimento e nos aproximamos cada vez mais. Seja na dor, na alegria, na gargalhada.
    Hoje quando olhar para aquele fazendão, com sete janelas, lembrarei de você, da sua história, da nossa amizade!
    Parabéns

  27. Voyeur de Wayzata disse:

    Chose de loque…
    Sexta Feira de – 1°F ( – 18°C) e lá fomos, eu e Su, pro costumeiro SoyChai das 5 no Barnes & Noble.
    Lá chegando, pudemos constatar de cara que a tarde/noite seria especial. Muita gente bonita e bem vestida consultando as últimas listas de bestsellers e pesquisando "wirelessly" em seus notebooks, autores autografando, música erudita em background alternando com um mini-coral de cantores, flautistas e mocinhas do high school local, estas "embrulhando pra presente" para arrecadar fundos para o Salvation Army, enfim, um quasi-gravura de um conto de Dickens…
    Na qualidade de membros laureados e de carteirinha do B&N, havíamos acabado de receber um coupon de 25% para compras online ou on store, que somados aos usuais 10%, nos dariam suculentos 35% de desconto, em um só artigo. Pensamos, então, que o lógico seria visitar os stands de "Bestsellers", "New Arrivals", "Great New Writers" e "Humor",  para uma escolha mais acertada. E lá fomos nós, sem saber que uma enorme surpresa nos aguardava…
    Tomados de emoção e sem palavras que possam expressar o sentimento que nos assaltou, deixamos que as fotos anexas falem por si mesma – qualidade sofrível em algumas, justificada pelas mãos trêmulas. São elas, as fotos, os nossos presentes para você neste dia, acompanhados de um forte abraço ( pela hora, o primeiro que v. recebe), com desejos de saúde e paz de espírito em seu caminho.
     
    Henry e Susanne
     
    (As imagens da Barnes & Noble referidas pelo gestor dos iglus estão no álbum de fotos "Livro do Astromar")

  28. Narciso Rujol disse:

    Grande Astromar  !  
    Parabéns  !!!  Muitas felicidades , saúde e paz , e que V.Sa. possa continuar a nos brindar com muitas crônicas .  
    A propósito, hoje levarei seu livro para mostrá-lo à família. 
    abs, Narciso

  29. Delicado da Kibon disse:

    Antes de apagar a luz da sala e me preparar para um sono merecido, resolvi entrar mais uma vez do "Viagens na História" sem imaginar a surpresa que você teve hoje com o presente do Congelado! Isso não tem preço! Os dois estão de parabéns. Muitos parabéns ! O Professor por ter seu primeiro livro consagrado numa  estante da Barnes & Noble. O congelado pela prova de amizade e admiração demonstrada no  comentário e nas geniais fotografias! Vocês me deram um lindo presente de Natal! Obrigada!
    DK

  30. Delicado da Kibon disse:

    A Raspa do Tacho é, sem dúvida, a que encontra as melhores palavras para expressar o sentimento que une a irmandade! Bravo Dona Raspinha!   DK

  31. Marcita disse:

    "COMO SURGE UM CONTO DE NATAL"
    Adorei. Que seu Natal seja translumbrantemente fantasioso, com uma pitada de realidade, com gotas de criatividade e uma mão cheia de emoção. Beijo grande para você e toda familia Astromar.
    MR

  32. Voyeur de Wayzata disse:

    COMO SURGE UM CONTO DE NATAL" – Entre a fantasia e a realidade o que ajuda é uma pitadinha de criatividade, com um quilo de emoção – Lindo. Aqui Santa virá de 2 ceroulas, bota impermeável e o trenó não pode parar no teto senão derrapa…

  33. Narciso Rujol disse:

     
    "COMO SURGE UM CONTO DE NATAL" – Entre a fantasia e a realidade o que ajuda é uma pitadinha de criatividade, com um quilo de emoção –
    Caro Astromar
    Gostei…Interessante o filme "A Volta ao mundo em 80 dias". Parece que foi uma espécie de tradição, termos assistido a esse filme com um parente bem próximo… Vi esse filme , no mesmo cinema, com meu pai, no mesmo dia em que ele me levou para mergulhar no submarino que comandava .
    Abcs
    Narciso

  34. Capitão Raimundo Nonato disse:

    Mestre dos Mestres
    O sinhô aprontou pro meu coração véio. Seu livro chegou aqui no agreste bem no dia do meu aniversário, 15 de dezembro. Já li tudim treis veis, todo prosa pela minha pessoa estar na orelhinha e no artigo "Chegadas e Partidas", despedida do seu velho blog, Siris & Pirilampos. Foi um presentão, meu professô.  Já tarra apertadim de saudade do Jacaré do Lago Paranoá, do Sapo Bomba, do Coroné Pedro Anão, das emboladas de Lamparina & Caititu e dos botão do paletó do Lula que veve exprodindo, os coitado. A turma tá que não larga da minha peia querendo que toda noite na roda de prosa em volta da fogueira eu leia o livro pra tudim. Nóis deixa um de guarda na tocaia e pega teus surfis ceberal de carreirinha. O cabra Coração de Sogra fica revirando os zóio dizendo que assim ele acompanha mais mió o surfis do teu palavrório encantado.  Pra facilitá as idéia da turma, separei seus artigo mais quintchura pela parecença dos assunto. Em Exprosão de Botão e Pinga, tem "Máquina Mortífera e o Efeito me  Estufa" e "Entrevista com Boitatá. Já "Retrospectiva 2005", "O Clã das Adegas Voadoras", "Pipoca do Lula", "Deus e o Diabo na Terra do Sol", "Diários de Bicicreta" e o "Segredo de Beakback Mountain" foram pra catiguria Cinema. Em suas Homenage ao Nordeste, nóis se acaba com "A Lei da Perigança" e com "O Ovo do ET". Na Escola é pra abestado, tu tá demais em "Lula e Fome Zero", "Luis Inácio Vicente Lula Matheus da Silva", "Boletim Escolar", "Lula Subindo a Brigadeiro", "Reizinho" e "Croquete de Minhoca com Canapé de Barata Tonta". Lá das Terra dos Gringo tá qui tá "Bunda Nostra", "Vôo da Farofa", "As Cuecas do Saddam" e "Trubufus no Poder". No sarapatel que tu faz com o PT pelas História, a turma se acabou com "As Virgens Vestais", "Bonamarta", "Diplomalas do Itamaratão", "Tapioca Paraguaia e Tubaína Cubana", "Batalha da Inglaterra", "Sexo no Pomar" e "Cruzadas da Rapadura". O povo largou a tirá lenço dos borná quando tu começou a falá de tu. Em "Cinzas de Velhos Carnavais", "Aluno Astromar no Carnaval de 1964" e "Confidências de um Corredor de Longa Distância", foi uma fungação só. Eu relevei essa história que hômo qui é hômi num chóra pruquê eu fui  permero a si adebulhá. Naquele capítulo da Casca de Ovo tu era um cabrito doidão, atirando pra todo lado; devia ter vindo pra cá se acoitá com o bando e btá umas volante de macaco prá corrê. Mas em Tesouros da Juventude e Cantinho da Saudade, professô, a leittura só começa depois que o cabra Mundico dos Ex-Votos, que já foi sacristão, puxa a novena. Ali é terreiro sagrado pra nóis, tu conta da juventude e da família, de gente querida que Deus chamou. Tu acaba com nóis.
    Teu livro trouxe alegria e paz pro cangaço, professô. Bem no meu aniversário e bem chegadim no Natal. Nóis tá montando um presépio de verdade aqui no acoito, com um jegue, uma vaca leiteira e uma roça de capim, onde o fi de Lamparina e Rosinha, loirim barrigudim de bigo grande, vai sê o Minino Jesus.
    Que as graça de Deus Nosso Sinhô têje sempre com vosmecê e sua família. Aqui no Brasil e lá nas Orópias.
    O sinhô tem sido nossa alegria e nossa luz,  Mestre Astromar.
    Sua bença, professô.
    Capitão Raimundo Nonato

  35. Luz de Pedra disse:

    AS GLORIOSAS DO CAPITÃO

    dos botão do paletó do Lula que veve exprodindo / separei seus artigo mais quintchura pela parecença dos assunto / 
    palavrório encantado / tu conta da juventude e da família, de gente querida que Deus chamou. Tu acaba cum nóis. / 
    O sinhô tem sido nossa alegria e nossa luz,  Mestre Astromar.

  36. Delicado da Kibom disse:

    Texto do Capitão Raimundo Nonato todo lido. Tudo espetacular. Desta feita, o Capitão, além de me fazer chorar de rir, me fez chorar de chorar! Eita cabra macho bom!  DK

  37. Raspa do Tacho disse:

    Já li, reli…. alagando o teclado…

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