FAZENDAS PARTE 1


FAZENDAS

Na História do Brasil e nas minhas histórias

Parte 1 

 

Fotografias nas dimensões dos cinco sentidos… Solares e sobradões. Terreiros, pomar, horta, tulha, engenho e paiol. Salões de tábua corrida, janelões, afrescos. Chiqueiro, galinheiro, curral, estrebaria. Charrete chacoalhando. Gemido estridente das rodas do carro de boi. Pinga pinga da pinga no alambique. Garapa e rapadura. Doce de leite, doce de côco, doce de abóbora, doce de vidro, figo em calda. Goiabada cascão borbulhando no tacho de cobre num fogão de ferro, pedra e lenha. Feijão e farinha. Milharal, cafezal, canavial. Goiaba, manga, jabuticaba, jaca, caju, sapoti, banana, lima, limão, laranja. Chuva no mato, chuva na pedra, chuva na água. Café torrado, saco de aniagem, serragem, trigo moído. Berrante, berimbau, sanfona, roda de prosa. Bagres, traíras, carás, lambaris e piaus no anzol com minhoca. Orvalho nas folhas da madrugada, passarada no amanhecer, andorinhas no anoitecer. Tanta gente querida. Corredores de palmeiras e eucaliptos na estrada de terra testemunhando o último galope de um menino. Fotografias nas dimensões dos cinco sentidos.

 

                

                                           Carrro de Boi, século XIX                                                                        Fazenda Dona Carolina, 1872  

                                                                                                                                                                                                             Foto Astromar 2005                                                          

  

                                             

                                            Fazenda Capoava, 1758 – Foto Astromar 2008                        Fazenda de cana de açúcar no Nordeste

 

As fazendas antigas fizeram acontecer o Brasil colonial e imperial. Personagens que abrangeram ciclos econômicos desde o século XVI e até o início do século XX, forjaram a base do Brasil contemporâneo. Um sem número de testemunhas silenciosas dessa jornada ainda estão hoje por aí, algumas em ruínas, outras em processo de restauração histórica, várias resistindo como casas de campo de herdeiros, algumas ainda produtivas para o auto-sustento, muitas e muitas hospedando turistas, centenas sobrevivendo apenas em fotografias, gravuras, pinturas ou em memórias de saudade.

 

      

                  Fazenda Retiro – Bemposta, RJ                          Fazenda Retiro – Óleo sobre tela de Georg Grimm, 1881

  

                                                                         Itu, SP

 

 O ciclo da cana de açúcar, manchete nacional do século XVI até o século XVIII, inaugurou a era das grandes propriedades agrícolas brasileiras. O mercado europeu trocou o açúcar de beterraba pelo nosso, e a economia daqui fez a festa. Começando pelo Nordeste, marcado para sempre pela casa grande e senzala, como padrão de propriedade rural e como livro de Gilberto Freyre. A típica sede de uma fazenda de cana era cercada por alpendres, na frente e nas laterais. O calor nordestino ali espalhava cadeiras de balanço e de vime para conversas e tratativas de negócios e redes para sono e fornicação (e vice-versa). A produção agrícola era centrada em torno do engenho, composto por moenda de tração animal ou humana e, mais tarde, por rodas d’água. A cana moída passava pelo alambique ou pelo beneficiamento e se transformava em cachaça, garapa, rapadura e açúcar, respectivamente. Vem dessa época o costume de oferecer parte da bebida ao santo, jogando um pouco ao pé do balcão ou por trás do ombro. Aliás, nosso primeiro mandatário é um especialista nessa atividade de derrame santificado. Além do canavial e do engenho, a fazenda de cana de açúcar tinha áreas de mata para madeira e lenha, pastos e terras para cultivo de suprimentos e animais. Algumas, até coqueirais e cajueiros, com objetivos econômicos comp-lementares. Os colonos trabalhavam suas roças junto a seus casebres e os escravos… bem, esses tinham a liberdade do trabalho de sol a sol e o abrigo cruel de uma senzala.  Um outro pólo de produção de cana surgiu no interior de São Paulo, facilitado pela interiorização da mão de obra escrava rumo às minerações de Minas Gerais.

 

   

  Casa Grande e senzala nordestinas                                     Moagem da cana em engenho nordestino                          Fazenda de côco no Nordeste

  

   

           Engenho de cana no Nordeste – Século XVIII                                       Alambique                                                                 Seca-alambique

              

                                                            

                                                                             Roda d’água, substituta da força animal nos engenhos

                         

A decadência do ciclo da cana de açúcar como monocultura coincidiu com o ocaso do ciclo do ouro em Minas Gerais e com a entrada no Brasil de sementes contrabandeadas de um tal de café. Em 1727, o Sargento Francisco de Mello Palheta escamoteou café da Guiana Francesa para o Pará. No entanto, o clima do Norte não favoreceu a planta, que, por outro lado, se deu bem na Bahia e no Rio de Janeiro. A chegada de D.João VI ao Brasil, em 1808 e os incentivos ao café por ele promovidos provocaram a expansão da lavoura pelos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, até o Sul de Minas. Foi a salvação para os mineiros, ainda estressados pela tragédia da Inconfidência e vivendo a penúria e a falência de então prósperas cidades com o fim da esbórnia do ouro fácil. Casas viraram ruínas, matas sumiram dos morros, substituídas por imensos buracos vazios, encostas originalmente verdes engoliam desfiladeiros cheios de nada, córregos ficaram caudalosos de pó, famílias perambulavam perdidas em busca de um novo destino. Que veio, da própria terra, agora pelo cultivo da futura bebida nacional, o café.

  

                     

                                  Pilão e monjolo – duas gerações de fragmentadores de grãos – Sécs XVI a XVIII                                 Pilão “mecanizado” de café – 1878

  

O café dominou a economia brasileira, do século XIX até meados do século XX. A vigorosa expansão cafeeira do Sudeste brasileiro foi provocada, por um lado, pelo aumento do consumo da bebida na Europa e nos Estados Unidos, por outro, pela crise em grandes regiões produtoras como Haiti, Cuba, Sri Lanka e Indonésia e, finalmente, pela mão de obra sub-utilizada nas nossas lavouras de açúcar e pelo solo novo e fértil do Sudeste. Assim os grandes proprietários de fazendas de café se transformaram no centro dirigente do Império e da Republica, até a década de 1930. O ciclo do café deixou para a posteridade magníficas sedes das fazendas, casarões e solares, verdadeiros palacetes, testemunho de uma época de esplendor e opulência na região cafeeira.

 

        

           Fazenda São Sebastião                       Fazenda Arcozelo – Paty do Alferes, RJ – 1860                                 Fazenda Penedo – Penedo, RJ – 1877

          Barra do Piraí, RJ – 1851                                          Foto Astromar 2001                                                                                          Postal de 1929 

                Foto Astromar 2001

 

Tipicamente, a sede de uma fazenda era cercada por jardins, com pequenos lagos e bicas d’água, fileiras de palmeiras soberbas que conduziam os visitantes à porta do solar enorme, atarracado, com alpendre no centro da fachada, ladeado de janelas e com escadarias de acesso. Na parte interna, junto ao terraço, estavam as salas de espera, que davam para uma capela e para o salão de visitas, seguido do salão de refeições, que terminava na gigantesca área de serviço com cozinha e despensa e era ladeado por uma seqüência de dormitórios mobiliados com pesadas camas de madeira de lei. Tais alcovas, tinham janelões que abriam para pátios internos, para terreiros ou para jardins e pomares. A decoração interior trazia sinais explícitos de poderio econômico. Os salões eram mobiliados com o mesmo luxo das residências da corte imperial. Exibiam espelhos e cristais venezianos, baixelas de prata e ouro, finas tapeçarias orientais, móveis de jacarandá estilo inglês, porcelanas chinesas, pratas inglesas e portuguesas, pinturas e afrescos, obras de arte de todo tipo. Aqui vai uma observação sobre as diferenças, durante o ciclo do café, entre as fazendas paulistas e fluminenses: diante da proximidade com a corte imperial, as fazendas do Rio de Janeiro eram opulentas, luxuosas. Já as paulistas, muito mais focadas na produtividade da lavoura, pela qualidade da terra, fizeram dos barões da café proprietários de palacetes riquíssimos, instalados com todo o conforto… na Avenida Paulista.

 

     

                                                                                                            Fazenda Secretário – Vassouras, RJ 

  

              

                          Afresco de fazenda fluminense                                                                                         Avenida Paulista, 1912

 

Das varandas e janelas, os fazendeiros podiam, à sombra, fiscalizar o trabalho dos escravos e empregados, expostos ao humor do sol , do vento e da chuva. Como um feudo, em torno do grande senhor espalhavam-se moradias, oficinas e instalações para gado e outros bichos de corte, animais de carga e montaria. Além da parte produtiva dos pomares, hortas, tulha de beneficiamento e armazenagem de café, engenho, terreiro, paiol. Em geral, na construção de uma fazenda eram utilizadas paredes de taipa: formas de madeira cheias de barro pisoteado por colonos ou escravos até endurecer. Já as telhas eram literalmente “feitas nas coxas”. Os trabalhadores se ajoelhavam na frente do monturo de barro com um joelho no chão e cada um moldava a telha na outra perna. O produto acabado, evidentemente, saía de tamanhos os mais variados…

 

   

             Ferros de passar roupa, a carvão                                                              Capela doméstica                                   Detalhe de parede de taipa, em tulha de café

               Fazenda Capoava, Itu-SP, 1758                                                    Fazenda Capoava, Itu-SP, 1758                                 Fazenda Capoava, Itu-SP  

                        Foto Astromar 2008                                                                      Foto Astromar 2008                                                        Foto Astromar, 2008 

               

              Detalhe de cabana de taipa                     Beneficiamento do café                                           Terreiro de secagem do café

                                           Fazenda Recreio, Bemposta-RJ, 1873  

                                                                                                 Foto Astromar 2005 

  

Apesar de sua desumana crueldade, a escravidão foi fundamental para o desenvolvimento do Brasil. Principalmente na economia agrícola dos períodos colonial e imperial. As tentativas de escravização de indígenas fracassou; suas características físicas e culturais, somadas à resistência ao trabalho forçado sem liberdade  traziam morte rápida no cativeiro. Como conseqüência, os coronéis voltaram-se para a escravidão negra. Entre os séculos XVI e XIX, navios negreiros trouxeram da África, para os portos brasileiros, cerca de quatro milhões de africanos nativos. Poucos sabem, mas estivemos diante de um outro holocausto, já que 60% desses passageiros do inferno não sobreviveram à travessia do Atlântico. Vinham estocados como carga, em condições inimagináveis de nutrição e higiene. Os sobreviventes eram despejados em entrepostos comerciais em Pernambuco (onde hoje está Porto de Galinhas), em Salvador (diante do Elevador Lacerda) em Paraty e no Rio de Janeiro (no antigo mercado do Valongo, na Praça Mauá). Dali eram levados para fazendas e minerações, ou ficavam nos centros urbanos como serviçais domésticos, de ofício ou de carga.

  

                                 

                                                                 “Camarote” coletivo de navio negreiro                           Desembarque no mercado do Valongo – Rio de Janeiro

                                                                                                Gravura de Rugendas 1831

  

           Mercado do Valongo – Rio de Janeiro    Gravura de Debret 1820

  

Para esses imigrantes forçados e suas futuras gerações sobrou a experiência da tortura, da lei da chibata e da morte como reguladora das relações de trabalho. Um fugitivo, por exemplo, era punido com 200 chicotadas.  Mesmo assim, surgiram quilombos, comunidades de escravos foragidos. No Rio de Janeiro, por exemplo, fizeram fama quilombos na Lagoa Rodrigo de Freitas, em Santa Teresa, na Floresta da Tijuca. E, até hoje, perto de Valença, a 160 km do Rio de Janeiro, esconde-se o Quilombo São José. É uma viagem ao passado. Na comunidade isolada, pouca coisa mudou desde a Abolição da Escravatura. Todos os seus moradores são parentes, e descendentes de uma mesma família de escravos. Até 2004 o agrupamento não tinha luz elétrica. O ferro a brasa, o candeeiro e o fogão a lenha fazem parte do dia-a-dia daquela gente. Lá ainda se pode ver danças e cantorias típicas e conversar com velhinhas rezadeiras, que continuam cultuando a educação e a espiritualidade de seus ancestrais. Essa saga dos africanos brasileiros marcou nosso país para sempre. Eles ergueram fazendas, participaram da economia nacional, foram decisivos na consolidação da língua portuguesa na região agrícola do Sudeste, onde era comum o idioma nheengatu, uma mescla embolada do tupi-guarani com o português, deixaram como herança traços de sua cultura, música e dança, religiosidade e gastronomia. Quem não tem o seu orixá, não se lambuza com um acarajé, se encanta com o ritmo do samba, ou admira o lamento do berimbau e a cadência suave e violenta da capoeira?

 

      

   Do porto para o interior                         Africano brasileiro                             Senzala, 1859                                        Senzala e engenho com roda d’água

  

                    

                                                                    Quilombo São José, Valença- RJ, Fotos 2004 

  

                            

                                     Quilombo São José, Valença- RJ, Fotos 2004                                                                   Capoeira          

 

 

Mas, com a proibição do tráfico de escravos em 1850, com a lei do Ventre Livre de 1871 e a Abolição em 1888, a mão de obra agrícola começou a se dispersar e o volume de capital envolvido com o comércio negreiro foi desviado, em parte, para a contratação de imigrantes europeus e também para empreendimentos comerciais e industriais. Graças a essa dinheirama os grandes latifundiários e comerciantes criaram empresas, fábricas, ferrovias, bancos, iluminação urbana, telégrafo. Havia começado o Brasil que chegaria até os dias de hoje. Barões de café, agora empresários, traziam para seus empreendimentos agrícolas e industriais mão de obra italiana, portuguesa, inglesa, espanhola, francesa e japonesa.O Sudeste foi invadido por ondas sucessivas de imigrantes, o excesso de oferta de café empacou na redução da demanda internacional e as fazendas foram substituindo o café pelo gado, pelo leite, pela soja, pelo agro-negócio. Os engenhos deram lugar às usinas de açúcar e álcool e a pinga foi industrializada. O Brasil ganhou a Copa do Mundo. Cinco vezes. Viramos “grande potência” com Garrincha e agora, de novo, com seu clone, Luiz Inácio, o Lula da Silva. Mas somos os maiores produtores mundiais de açúcar e de café e o PT não tem nada a ver com isso.

 

Vale comentar que as fazendas coloniais e imperiais também provocaram uma inovação na arte da pintura. O alemão Georg Grimm (1846-1887) trocou a clausura seu atelier na Bavária pelos grandes espaços coloridos do interior do Estado do Rio. Criou o óleo-sobre-tela das paisagens agrícolas do Brasil das fazendas. Pintava ao ar livre. Durante os quatro anos que passou aqui foi professor na Escola de Belas Artes e deixou uma legião de seguidores que se estende até hoje, com os mineiros Baptista Cariglio Filho e José Benigno Ribeiro, por exemplo.

 

                         

                  “Amanhecer no Rio Paraíba do Sul” – Georg Grimm                                                      Grimm em seu “atelier” ao ar livre

  

                                     

                                                        “Santana dos Montes” – Cariglio                                                               “Fazenda Paciência” – Benigno / Pinacoteca do Astromar

 

(CONTINUA NA PARTE 2)

 

 

Esse post foi publicado em Aqui no Brasil. Bookmark o link permanente.

8 respostas para FAZENDAS PARTE 1

  1. Faustinho disse:

    Impecável a descrição das fazendas brasileiras. Isso merece um livro. Ou pelo menos um site sobre as fazendas históricas do Brasil. Eu não tinha 10 % destas informações. Parabéns, meu caro. Aliás, você roda , roda e dá um jeito de encaixar o nosso Mindinho Mor em suas publicações. Ou será que ele é que atrai?
    abs

  2. Tatiana Maria Canha disse:

    Vocês não tem a história das no Rio Grande Do Sul?

    • Oi, Tatiana. Obrigado pelo comentário. Gostaria de conhecer também a história das fazendas do Rio Grande do Sul, mas a regra que imponho a mim mesmo é só escrever sobre coisas e lugares que ESTUDEI e, VISITEI. Estive algumas vezes no Rio Grande do Sul, mas não fui além de Porto Alegre, Rio Grande e Caxias do Sul. Fora, é claro as churrascarias do Olímpico e do Beira Rio.
      1 abraço.
      Professor Astromar.

  3. Mariana disse:

    Prof. Astromar, a leveza com que descreve a história, quase que como “revivendo -as”, nos dá um grande prazer.
    Sou arquiteta e uma grande apaixonada pela História do Brasil e seus lindos “Casarões” de Histórias …
    Eles exercem um grande fascínio sobre mim, é como se reconhecesse as cores, os desenhos, os cheiros, o calor…
    Muito obrigada por compartilhar conosco este conhecimento e sentimento ( Fazendas Parte 1 e Parte 2)
    Se puder nos dar uma lista de outros Casarões pelo Brasil afora, eu agradeceria…

    • Mariana
      Muitíssimo obrigado pelo seu comentário. Ele exprime a essência desse blog: agregar valor através da História de histórias. Fazendas estão por toda a minha vida, ainda quando meus pais estavam em lua de mel, na Fazenda Cachoeira Grande, em Parahyba do Sul. Foi a mais linda que conheci, mas não existe mais desde a década de 70. Virou um trecho de estrada e um posto de gasolina. Eu venho “colecionando” fazendas pela vida afora, por onde andei por esse Brasil. Nordeste, interior de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e, Estado do Rio de Janeiro. Acho, entro, mergulho nos séculos passados, viajo na história. De toda a literatura que encontrei, com descrição, fotos, localização de fazendas, tenho aqui na biblioteca FAZENDAS, SOLARES DA REGIÃO CAFEEIRA DO BRASIL IMPERIAL, da Editora Nova Fronteira e FAZENDAS DO IMPÉRIO, das Edições Fadel. O primeiro está esgotado, mas continua na lista da Livraria Cultura. O segundo, comprei semana passada. Ambos maravilhosos, pode ser até que você já os conheça.
      Espero ter ajudado. Esse assunto é inesgotável.
      1 abraço
      Professor Astromar Berlinghieri
      http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/busca/busca.asp?palavra=fazendas&tipo_pesq=titulo&sid=86220424713223567277791811&k5=2FFE3075&uid=&limpa=0&parceiro=IRXRPP&x=30&y=8

  4. Antonio Carlos Canova disse:

    Importante registrar uma das coisas mais importantes de nosso País: Fazendas! Assim como muitos de nós nos encantamos com os Castelos europeus, deveríamos também nos encantar e divulgar nossas Fazendas, tão ricas de histórias e folclores. Minhas lembranças, e mais ainda a de meus tios, pais e amigos, não podem ficar no esquecimento. Tenho visto maravilhosas fazendas no RS, tão diferentes das paulistas e mineiras, e também muito ricas! Quem me dera ver tudo isso em um catálogo nacional?

  5. candida disse:

    Me tire uma duvida a 4ª foto que esta como fazenda de cana está correta? Pois parece a foto da nossa fazenda Capão Alto em Castro no Paraná.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s