NATAL


SETE MARAVILHAS DO NATAL

  

             

Presépio, Árvore de Natal e Papai Noel. Desde os meus primeiros passos, esse trinômio se fez presente. Principais símbolos do Natal, são pontos de referência para tanta gente miúda, hoje graúda, Auto-estrada de Memórias e Saudades Eternas.

Décadas de vida e incontáveis milhagens mundo afora vieram me trazendo situações e experiências natalinas que se destacaram diante de tantas outras que já vivenciei.  Mesmo com o risco de reacender a dor da ausência de tantos queridos que já partiram, preferi recordar e mergulhar na Auto-estrada das Memórias e Saudades Eternas. Nessa jornada, segui ícones do Natal em um trajeto certamente mágico, acelerando em algumas passagens, apenas para quase parar, em outras, e finalmente voltar para onde nunca tinha saído; trazendo na bagagem uma coleção de sete pérolas de 80 quilates e de alta octanagem.

1.Rockefeller Center, Nova York.

Aquela praça cercada de penhascos comerciais mais altos que o céu e iluminada por milhares de minúsculos arco-íris noturnos acesos em torno da estátua de um titã dourado (talvez coreógrafo dos patinadores da pista de gelo mais famosa do mundo) foi duas vezes ponto de parada em minha auto-estrada. Na primeira vez, voltava ao Brasil da ditadura com anel e diploma de Mestre da Universidade de Stanford, mas sem emprego. Na segunda oportunidade, após três meses em um projeto mundial que me deixou fora do casamento de minha irmã caçula, voltei para a decolagem definitiva de minha carreira na IBM. O Rockefeller Center é formado por 19 prédios que ocupam quadras entre as ruas 48 e 51 e a 5ª. e a 7ª. avenidas. Patrimônio Histórico Nacional e Símbolo do Capitalismo Selvagem é ofuscado pela estátua dourada do titã (nada a ver com a banda de rock paulista) Prometeu, personagem da mitologia grega que deu à humanidade o acesso ao fogo e, paradoxalmente, hoje paira sobre dançarinos no gelo.

                     

2.Torre Eiffel, Paris.

Se Paris é a Cidade Luz, a Torre Eiffel é sua Árvore de Natal, resplandecente todos os 365 dias do ano, desde a sua inauguração, em 1889, quando Gustav Eiffel provou a excelência de sua desacreditada Engenharia. O currículo da torre registra mais de 200 milhões de visitantes, o que a torna o monumento recordista mundial em acessos pagos. Com seus 325 metros de altura, ficaria olhos nos olhos com o nosso Pão de Açúcar ou com qualquer edifício de 81 andares. Fui apresentado a ela aos 22 anos mas, a partir de então, em todos os nossos encontros, enquanto eu ia envelhecendo, ela permanecia a mesma. Mas foi numa viagem de trabalho, em dezembro de 1994, que a Torre Eiffel me pareceu mais linda do que nunca. Da janela daquele quarto de hotel, ela contrastava, ouro iluminado, contra a negritude do céu de inverno francês. Luz e escuridão. Era a mesma torre, mas parecia diferente. Talvez vestisse algum traje de gala invisível, preparado apenas para aquele Natal. Luz e escuridão me aguardavam no ano seguinte: o melhor período de minha trajetória profissional, o encontro com a doutora da minha vida e o primeiro Dia dos Pais sem o meu.

            

                                Paris – Avenue des Champs Elysées                                                                        Paris – Place Vendôme

  

                                                            

                                                                                                                          Paris – Tour Eiffel e o Trocadèro

 

3.Árvore de Natal do Coliseu, Roma.

Guerra e Paz. Vida e Morte. Não há como não fugir de uma embolada de emoções diante daquela imagem tão linda e tão forte. Se todos os caminhos levam a Roma, se o poder de Roma estava no Foro Romano e no Palácio Imperial, o Coliseu se interpôs  no antigo pântano então existente na proximidade dos dois poderes e sobreviveu, de pé, até hoje. Conseqüentemente, presenciamos uma mudança na frase histórica; agora, “Todos os caminhos levam ao Coliseu e, por decorrência, à sua Árvore de Natal”. Trata-se de um pinheiro de 25 metros trazido anualmente dos Alpes Italianos e que passou a colorir a noite do Coliseu a partir de 2006. Por coincidência, eu estava em Roma naquele dezembro. Foi uma maravilhosa surpresa aquela visão surgida no meio da caminhada a partir do hotel, ao virar à esquerda na Via Dei Fori Imperiali. Quem diria, o Coliseu passava a ter, então, seu Gladiador da Paz.

                 

                              

 

4.A Estrela de Natal da Mesbla, Rio de Janeiro

Não sei se ela ainda está lá em todos os dezembros. Alguns dizem que sim; outros, que não. Mesmo que esteja, não é mais a mesma, pois a Mesbla foi pulverizada por um bilionário sacripanta de penteado capacete e colarinho branco, duro e gordurento. Além disso, as razões que me faziam passar diante dela não existem mais. Meus natais no Rio de Janeiro ficaram para trás. Permanece eterna, no entanto, aquela imagem iluminada da estrela no alto da torre do relógio da Mesbla, com sua cauda piscando como luzes dentro da Baía de Guanabara. A Mesbla, cadeia de lojas de departamentos fundada em 1912, teve falência decretada em 1999, abatida do alto de suas 180 lojas e 28.000 funcionários. Reinou absoluta no varejo durante 40 anos. Vendeu de tudo,  eletrodomésticos, brinquedos, automóveis, aviões. Veio de lá minha primeira calculadora eletrônica, uma avançadíssima Texas Instruments de 8 dígitos. Vem da minha infância a admiração por aquela estrela. Nas noites do dia 24, meu pai ou meu tio enchiam o carro com as crianças presentes à ceia da família e iam bordejar pela Avenida Beira Mar para estupor infantil generalizado diante da Estrela da Mesbla.  Na infância de minha filha moça, era o primeiro sinal do Natal carioca que avistávamos, viajantes chegados de tantos pontos cardeais para onde a vida me levou. Nosso destino era o reencontro anual de filhos, irmãos, sobrinhos, primos e netos que tivemos o privilégio de vivenciar por tantos anos. Para meus filhos crianças, a Estrela da Mesbla é um história de mágica santa que venho contando para eles: é pela cauda da Estrela da Mesbla que o trenó do Papai Noel escorrega do céu até o alto dos prédios, para começar a distribuir os presentes aguardados por tantos coraçõezinhos ansiosos.

 

     Rio de Janeiro – Edifício Mesbla, 2004                                                  Rio de Janeiro – Estrela de Natal da Mesbla, década de 50

 

5.Rua 25 de Março, São Paulo

Sei que poderão ocorrer protestos por eu não incluir, no Natal de São Paulo, a árvore e as fontes de águas coloridas do Parque Ibirapuera (na verdade, a fonte é uma ode ao logotipo de um supermercado). Ou por não descrever as decorações luxuosas dos shopping centers da cidade. Mas a Rua 25 de Março, do comércio mais informal do planeta, merece. Naquele paraíso do anonimato, sacoleiros, povão, mendigos, peruas disfarçadas, gente chegada de todos os cantos do Brasil, se enroscam num sarapatel de miscigenação sem DNA, na disputa por quinquilharias de qualquer natureza, impossível ou inimaginável. As lojas, entupidas de mercadorias de griffe européia e produção asiática, bichos de pelúcia esmigalhados, camisetas e tênis paraguaios, enfeites e bijuterias a poucos $reais$, disputam o povaréu com os camelôs. Esses, em seu reinado de total informalidade contábil e mercadológica, comandam a Corrida do Rapa. Do nada e quase com hora certa, surge dos carrinhos de som, onde se vendem CD’s e DVD’s genéricos, o grito pirata e aterrador : “Olha o raaaaaapppaaaa!!!”. As lojas cerram suas portas – quem está fora não entra, quem está dentro não sai. A freguesia sobe nas calçadas e se encosta nas paredes para o abre alas dos camelôs fugindo com seus produtos enrolados em cobertores, sacos de lixo, tabuleiros. Logo atrás, rodopiando desorientada, vem a clientela pega na subida da maré; fechando o cortejo, o batalhão de fiscais com cara de empada sem azeitona, certos da propina garantida ao final do desfile. E logo tudo volta ao seu lugar. Banheiro, só a céu aberto, com paredinha de alguma alma caridosa. Comida? Refrigerante quente e sanduíches de conteúdo mais assemelhado a retalhos. Ou talvez uma quentinha com arroz, feijão e picadinho de indefinida carne animal. No Natal, a 25 de Março muda a vida da cidade. O caótico trânsito de todo dia piora com requintes de crueldade. Mas ainda dá para ouvir aqui ou ali um distante “Feliz Natal”. 

                                                                         

                                                                                             São Paulo – Fonte supermercadológica do Parque Ibirapuera

 

     

 

6.Presépios Berlinghieri, São Paulo e Rio de Janeiro

O Presépio está, em todos os sentidos, na origem do Natal. Do nascimento de Cristo à celebração familiar, à entrega de presentes pelos Reis Magos, tudo começou no presépio de Belém. E assim foi sendo reproduzido em igrejas dos cinco continentes e retratado por grandes pintores, em obras espalhadas pelos maiores museus do mundo. Estive diante de várias delas mas, permito-me focar o tema dentro de minha própria família. O presépio mecanizado construído ao longo de seis anos por minha filha exalta tradição, criatividade, dedicação, amor, carinho e religiosidade. Sempre representou, para ela, um punhado de momentos de alegria ao construir, reformar, incrementar e exibir seu trabalho, ainda mais diante de seus irmãozinhos menores. Pena que as águas de uma cruel enchente paulista tenham-no destruído por completo. Já o Auto de Natal, foi uma simbologia diferente do presépio, que conheci através de meu pai. Tantas vezes representado por ele criança em Pádua e em Campos dos Goytacazes, o Auto de Natal chegou ao Brasil na tradição dos imigrantes italianos. É um presépio vivo, composto por crianças da família, distribuídas pelos personagens da chegada do Menino Jesus, enquanto um texto familiar é lido por um adulto. Tivemos nosso Auto de Natal em 1986; com seus sete netos formando o presépio, minha mãe lia seu texto e meu pai, sentado em sua poltrona, escancarava seu tradicional sorriso silencioso e sem fim.

                                                

                Lisboa – Presépio da Coleção de D,João VI, 1808                        Padova, Cappelle degli Scrovegni – Presépio, Giotto 1304    

          

                                                     

                     São Paulo – Presépio Berlinghieri, 2001 – 2007                                                                   Rio de Janeiro – Auto de Natal Berlinghieri, 1986

 

7.Papai Noel e as crianças, Rio de Janeiro e São Paulo

Se o presépio representa o núcleo familiar, as crianças são mensageiros da alegria inocente e incontida, diante de um presente colocado em seus sapatinhos e também são os futuros adultos que serão Papai Noel para suas próprias crianças. O sorriso infantil diante de Papai Noel reflete uma benção, mesmo que, em algumas situaçõe, seja um momento de puro pavor. Nunca foi o meu caso. De menino tímido e bem comportado, fiz a transição natural para um Papai Noel generoso, sem barba e barriga, incógnito. E quando olho para trás, na Auto-estrada das Memórias e Saudades Eternas, procuro meus primeiros natais e me vejo cantando Adeste Fidelis, em latim, no Colégio Cirandinha e fazendo fila para falar com Papai Noel na Sears Roebuck, em Botafogo. Bom menino me pareceu aquele. Dá até vontade de escrever cartinha com um pedido a Papai Noel.

                                     

                    Santa Claus e o Massacre da Serra Elétrica ?                  Rio de Janeiro, dezembro de 1951 – Astrominho, Papai Noel e Primo Adinho

  

  

                                                                               FELIZ NATAL PARA VOCÊS TODOS.

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14 respostas para NATAL

  1. Faustinho disse:

    Cara,que coisa linda e emocionante. Um giro pelo mundo e depois um giro pela emoção e pela beleza eterna da imagem do menino ao lado do Papai Noel. Show de bola.Abraços e Feliz Natal…

  2. Adinho disse:

    Este seu "primo Adinho", agradece sensibilizado, a honra de ter podido participar , das suas 7 Maravilhas do Natal.Parabens, pela sua iniciativa, e pelas matérias interessantes com que podemos nos deliciar !Um forte abraço e um Natal com muitas "cores" , Arvores de Natal, Presépio e um Papai- Noel maravilhoso !Feliz NatalabsAdinho

  3. Delicado da Kibon disse:

    Aqueles e aquelas que viveram in loco os Natais descritos pelo Professor Astromar não podem deixar de sentir as emoções das lembranças. Da estrela de Natal da Mesbla, passando pela árvore e o presépio da Rui Barbosa encenado por crianças esbanjando alegria, suarentas com o calor tropical e provocando gargalhadas ao patriarca do Auto de Natal, o coração se arrebenta ! Queridos leitores, amanhã, dia 15 de dezembro, quando forem tomar um vinho, uma cerveja, uma caipirinha de lima ou mesmo o primeiro café do dia, levantem o copo e façam um brinde ao Professor Astromar ! Com o talento que tem, ele vai ficar um ano mais moço…Feliz Natal para todos !
    Delicado da Kibon

  4. Patrícia disse:

    Adorei a viagem natalina por lugares bastante estratégicos e como isso se encaixa na sua história :)Não sou lá muito Cristã, mas é uma festa linda por toda energia e magia que envolve.Merry Xmas, se você foi bem bonzinho, limpe sua chaminé :=)S.

  5. Camillo disse:

    Grande Astromar,
    Hoje é sem dúvida um dia muito alegre, todos estamos comemorando. Aqueles personagens das magníficas histórias que você sempre nos envia e que é um deleite ler, também estão efusiantes de alegria e todos nós celebramos um brinde em homenagem ao seu aniversário!! "SAÚDE"Aproveito para desejar um feliz Natal e que 2009 voce continue a nos abrilhantar com esses contos maravilhosos.
    Forte abraço
    CAMILLO

  6. Paulo Erika disse:

    Muito bom! Muito Bom! Ontem ainda estávamos lembrando do Papai Noel da Sears de São Paulo, onde hoje é o Shopping West Plaza. Num dos inesquecíveis anos, o Papai Noel encontrava-se prá lá de bêbado e sem a mínima paciência com as crianças. Lembrar disso foi impagável. Choramos de rir.Um ótimo natal p/ vc e p/ sua família também.

  7. Marcita disse:

    Meu amigo, em vez de eu lhe desejar AQUELE DIA 15 pelo seu niver, voce foi que me presenteou com este BLOG.Adorei os 7 netos formando um presépio. Que barato esta sua família…. Você tem razão em ter orgulho dela. E o que SÃO AQUILO SENDO ESFOLADAS PELO PAPAI NOEL?????? Qual delas berrava mais? A cara delas está fantástica…. tadinhas.Um dia quando for mais maior de grande vou escrever que nem você. E pensando bem, em frente de casa tem uma oficina das letras. Lá dão curso de como escrever prosa, poesia etc… Quem sabe me animo? Depois vou ler com calma. (vim na 6a. e só fiquei uma hora. Fiquei de molho 6a. sábado e domingo com crise de coluna. Não podia me mexer. HORRORRÍVEL. Graças a Deus passou.)Querido. beijo grande, continue A CRIANÇA CABELOS CLAROS que voce é, não mude nunca. É isto que lhe deixa de bem com a vida….. Brincando sempre, e levando a vida num ETERNO BLOG…..Marcita

  8. Voyeur de Wayzata disse:

    Fascinante, Astromar…Não sabia que havíamos sido colegas do Cirandinha…Voyeur de Wayzata

  9. Capitão Raimundo Nonato disse:

    Mestre dos MestresAgora eu sou chique qui nem tu, tumém tenho um espaço no cérebro eletrônico pra falá d\’eu. Meu endereço é http://cid-62a7a316541e281a.profile.live.com/?mkt=pt-br&sa=313161767Mas como a grana tá curta, e a marolinha do Lula tá afogando tudim, num tenho uai fai nem bunda larga. Tô usando o lépitópi da Fazenda do Coroné Pedro Anão. Nóis temo discutido suas Sete Maravilha do Natal em nossas roda de prosa di noitinha, mas tua lista num carece de adição nem multiplicação. Daqui do Nordeste nóis gosta muitio do Presépio Vivo de Campina Grande e do Cajueiro Chorão aqui do acoito, nossa árvore de Natal. Carregadim de caju amarelo e vremeio, é mais lindo que muitia árvore de rico. Trudia a discussão quase terminô em rabo d\’arraia, pois tinha gente teimando que os Pastéis de Belém eram quitutes servidos na manjedoura do minino Jesus. Outros jurava que os sinos de Belém bimbalharam no presépio de Nosso Sinhô, mas nóis sabe que sino é invento da Idade Média, na Antigüidade a coisa era na corneta e no berro mesmo. A porrada quase cantou por causo de João Batista, primo de Cristo, que uns cabra teimava que era um çumitério no Rio de Janeiro e adispois teve outro aperreio, pruquê se uns dizia que os 3 Reis, Baltazar, Gaspa e Belchior eram magos mágicos, outros garantia que eles tarra era tudim magro de fome por causo da viage até a manjedoura. E tá todo mundo careca de sabê que Natal só existe por tudo aconteceu na capital do grande estado nordestino do Rio Grande do Norte. Tive de explicá pro povo que a estrela guia não era o cometa de Halley, nem muito menas Papai Noel de motocicleta Herley. Foi boa a discussão sobre o bom veinho, pois pra nóis quando tudim era criança pequena barrigudim de bigo grande, ele nunca veio. Nada como uma boa rodada de Pinga Amansa Demo pra sossegá os cabra. Adoispois fizemo o sorteio do amigo secreto pra dá lembrancinha. Nóis num fais amigo oculto pruquê nóis num acha ele. O seu nome do sinhô saiu preu e a minha pessoa saiu pro sinhô. Vou lhe mandar via Sedécçio um borná tipo cesta de Natal cum aguardente de mío e de cana, garapa, tapióca, rapadura, sapoti, suco de graviola, caju cristalizado, gradanapio de renda de bilro, pacotim de castanha de caju e uma image do nosso Padim Padi Ciço Rumão Batista. E si o sonhô pudé e tivé condições, eu gostaria de retomar minha arte desenhada, queria uns pincéus e umas tintas colorentas, mais um cavalete e umas lona pra pintá.Sua bença, Professô e Feliz Natal pra sua família.Capitão Raimundo Nonato, chefe de bando

  10. Professor Astromar disse:

    Caro Capitão Raimundo Nonato, chefe de bando
    Fico satisfeito em saber de sua retomada da pintura. Conte com o kit Van Gogh para essa semana. Afinal, está aqui na minha parede sua obra "Festa Junina do Nordeste", de 1999, quando nós encontramos no Pelourinho, em Salvador,-Bahia-Brasil, para ouvir a batucada do Olodum. Foi um presente e tanto, e que agora vejo que está em seu espaço MSN no endereço http://cid-62a7a316541e281a.skydrive.live.com/self.aspx/Pinturas%20do%20Capit%c3%a3o/Festa%20Junina%20no%20Nordeste.JPG?ct=photos.
    Parabéns pela iniciativa informática. E Feliz Natal pra tu e pra rapaziada boa de bala.
    Professor Astromar

  11. Delicado da Kibon disse:

    Ô seu Capitão, chefe de bandoNa cesta de Natal que o senhor vai mandar pro Professor, inclui um tijolo de laranja do Crato, assim ele pode guardar uma pedacinho pruma irmã que adora um doce. O senhor tá de parabéns com tanta modernidade ! Daqui a pouco tá até falando francês, então lhe digo: "Bonnes Fêtes, Capitaine" !
    DK

  12. Delicado da Kibon disse:

    Professor, como teste para mandar comentários diretamente, desejo Feliz Natal antes que uma avalanche nas montanhas de Zermatt me engule…DK

  13. Delicado da Kibon disse:

    Deu certo !!!

  14. Leninha disse:

    Querido Professor!Mais uma vez repito como é gostoso ler seu blog.Ler sobre suas lembranças de Natal foi ótimo e fez-me lembrar de várias das minhas lembranças tb.A estrela da Mesbla, a Sears e seu Papai Noel, e um especialíssimo Natal q tb passei no Rockefeller Center com minhas filhas patinando naquele frio gelado, mas lindo.Foi emocionante! Achei fantástico o presépio humano feito pela família.Aproveito para desejar a vc e sua família muita paz, saúde e bençãos a todos e a VC,uma especial força para 2009 para que possamos contar com mais histórias maravilhosas em seu fabuloso blog.
    Com carinho
    Leninha

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