MARCUS AURELIUS


LEGADOS DO IMPERADOR MARCUS AURELIUS

Sangue, mármore, bronze, ouro e 1.800 anos de ensinamentos

  

 

  

Cada país tem o Marco Aurélio que merece. No Brasil, temos o Marco Aurélio “Top-top” Garcia, aquele homúnculo, aspone do Lula, imortalizado pelo gesto “Top-top” para as vítimas do acidente da TAM em Congonhas e por ter abolido o Inglês como idioma obrigatório para os quadros do Itamaraty. Por outro lado, na Itália, aparece Marcus Aurelius, imperador que reinou de 161 a 180 D.C. O último da linhagem da Pax Romana, gestor de um império em sua amplitude geográfica máxima e um dos poucos a ressurgirem como personagem de Hollywood (representado por James Mason em “A Queda do Império Romano”, de 1964, e por Richard Harris, em “Gladiador”, de 1999). Seu legado está nas ruas e nas colinas de Roma, em nichos da História exibidos em museus “griffe” ou quase desconhecidos, em coleções de bilionários anônimos e nas livrarias de todo o mundo.

                                                                                    

                                                                                          O aspone Marco Aurelio “Top-top” Garcia, terrorista do idioma Inglês

                                                                                      

                                                                                               O imperador Marcus Aurelius

                                                                  

                                 Mármore – Colecionador suiço            Mármore – Munich Museum          Mármore – Metropolitan Museum, New York

 

Marcus Aurelius passou os últimos 12 anos de sua vida fora de Roma, com suas legiões em combates sanguinários para abafar revoltas dos bárbaros germânicos. E não morreu assassinado por seu filho e herdeiro Commodus (como apregoado por Hollywood), mas sim pela peste que, durante mais de 10 anos, dizimou cerca de 5 milhões de pessoas em todo o império. Que peste? Especula-se, varíola ou sarampo. Assolado pela doença, longe de casa e da família, Marcus Aurelius começou a colocar no papel suas experiências, seu aprendizado. Escrevia em grego, contando para si mesmo grandes lições passadas pela sua vida. Em conversa definitiva com seu general vitorioso, mostrada no filme “Gladiador”, aparece escrevendo. Sua obra sobreviveu aos séculos, foi traduzida aos quatro ventos e está disponível na Livraria Cultura, na Amazon, na Barnes & Noble, na Librairie Scribe, na Libreria Feltrinelli, na Atlandida Librerias e por aí afora. São as “Meditações do Imperador Marco Aurélio”. Última linha abandonada no leito de morte, em Vindobona, Germania, em 17 de março de 180. Cidade hoje conhecida como Viena.

                                  

 

Marcus Aurelius nasceu em 26 de abril de 121, era sobrinho adotivo do Imperador Adriano, que não deixou herdeiros diretos, mas designou seu filho adotivo Lucius Verus e o sobrinho Marcus Aurelius como co-imperadores. Amigos de juventude, Lucius e Marcus governaram harmonicamente até que a peste acabou com a dupla, deixando Marcus Aurelius como único imperador. Sua educação esmerada, com os melhores pensadores de seu tempo, proporcionou a ele um conhecimento diferenciado, tendo se destacado na arte e na ciência da tomada de decisões. Uma das mais conhecidas foi fechar o Coliseu, reaberto após sua morte pelo sucessor Commodus, único filho homem junto às 12 filhas que teve com a  Imperatriz Faustina. Commodus, uma espécie de Calígula em escala reduzida de insanidade, durou pouco; foi assassinado na banheira por Narcissus, um profissional de luta greco-romana.

 

Marcus Aurelius aparece hoje em Roma, aqui, ali. Sua campanha contra a Germania é mostrada em detalhes na coluna de mármore da Piazza Colonna. Ali surge a impressionante crueldade das guerras da Antiguidade: aldeias incendiadas, mulheres e crianças aprisionadas, matança, desgraça exposta nas expressões de cada indivíduo – vencedor ou derrotado. 

                                                            

                                                                                      Coluna de Marcus Aurelius na Piazza Colonna, em Roma

 

Na piazza central da colina Capitolina, atrás do Forum Romano e próxima ao Circus Massimus  está a mais conhecida estátua de Marcus Aurelius, uma obra prima equestre em bronze, tamanho natural, encontrada intacta, em 1880, no fundo do Rio Tibre (atualmente o original está preservado e resguardado dentro do Museu Capitolino, enquanto uma cópia fiel o substitui na piazza, exposta aos elementos da Natureza e à fúria de mísseis fecais detonados por milhares de pombos enciumados com a concorrência à atenção dos turistas de massa).

                                                                   Bronze equestre de Marcus Aurelius na colina Capitolina

                                                  

                                                                   Cópia                                                     Original

 

Outros artefatos de Marcus Aurelius se espalharam pelo mundo após a queda do Império Romano, durante a Renascença e também em decorrência da pilhagem nazista na Segunda Guerra Mundial. Foram para museus ou para coleções particulares e entraram no fluxo de leilões. Esta é a fronteira onde entra o olho clínico dos peregrinos da História. Existem legados de Marcus Aurelius perceptíveis apenas a tais estudiosos. Por exemplo, quase sempre vitoriosas, as legiões romanas não eram invictas. Perdiam batalhas. Quando isso acontecia, era hábito romano enterrar valores, armas, objetos pessoais, estandartes das legiões, etc. Programas inteiros do Discovery Channel e do History Channel abordam situações específicas onde isso ocorreu. Na campanha germânica de Marcus Aurelius, não foi diferente. Um acampamento militar foi queimado na Gália e artefatos da legião ficaram cobertos por cinzas, destroços e lama; uma outra derrota nas margens do rio Danúbio deixou riquezas enterradas para (quase) sempre.

 

Em 18 de abril de 1939, na cidadezinha suíça de Avenches, no cantão de Vaud, próximo a Genève,  trabalhadores em obra de drenagem de um terreno, encontraram um objeto brilhante surgindo do entulho. Retirado da lama manualmente, surgiu como um tesouro inconcebível: era um busto de ouro puro de Marcus Aurelius, absolutamente intacto. Com inscrições em latim que identificavam o imperador, estava em um local onde as tropas romanas haviam sofrido uma derrota na Gália, a caminho da campanha germânica. Limpo e restaurado, o busto de ouro desde então encontra-se em exibição, exceto por um curto período, no Musée Cantonal d’Art et Histoire de Lausanne.

     

                                            

                                                                                                              Descoberta do busto de ouro

 

Em 1974, uma escavadeira a serviço da municipalidade de Pécs, às margens do Rio Danúbio, na Hungria, enquanto abria espaço para um reservatório de água, arrastou terra, pedras e um objeto metálico. Mesmo danificada pelo equipamento moderno, a relíquia de bronze, uma obra prima da Antiguidade, mais uma vez resistiu e sobreviveu. Aquele local havia sido um antigo acampamento militar romano, atacado e incendiado pelos bárbaros da Germânia. Queimada e trincada, a magnífica peça foi para uma UTI arqueológica e, após quase 20 anos de restauração, o busto de bronze do imperador Marcus Aurelius retomou seu imortal esplendor. Desde então, exceto por um curto período, o retrato em bronze está em exibição no Museu de Belas Artes de Budapeste,

 

Negociações entre os curadores do museu suíço e do museu húngaro promoveram o encontro de Marcus Aurelius em bronze com Marcus Aurelius em ouro. Em 1996, o Musée d’ Art et Histoire de Genève exibiu a mostra especial Bronze et Or – Visages de Marc Aurèle – Empereur, Capitaine, Moraliste.

                                                                                                                   

                                                                                                              Catálogo da exposição do Museu de Genève

  

As rotas misteriosas das Viagens na História me colocaram em Genève naquele verão, para testemunhar um encontro que jamais se repetiu. Nunca mais aquele bronze e aquele ouro estiveram juntos, ficaram frente a frente apenas no curto período em que deixaram seus museus originais, na Suíça e na Hungria. Ou, quem sabe, quase 2.000 anos antes, eram inseparáveis, marchando com as tropas do imperador. Estive diante dos bustos de bronze e ouro, de moedas de bronze e ouro, de armamento centurião e legionário.

                                                                     

                                                     Marcus Aurelius em moedas de bronze                                                     Marcus Aurelius em moedas de ouro  

  

                                                          

                                                                   Marcus Aurelius em ouro                                                              Marcus Aurelius em bronze

  

Vi também a primeira edição dos escritos do imperador: datada de 1559, em grego, lá estavam as páginas de “Meditações do Imperador Marco Aurélio”. Trata-se de um “best seller” da Antiguidade para os tempos modernos. Como a Bíblia. E lá, o leitor, o historiador, o filósofo, o psicólogo, o administrador, o professor, o profissional, o estudante, encontra os diamantes de Marcus Aurelius, suas lições para si mesmo. Das 200 páginas do livro elegi minhas linhas preferidas:

  1. Retire suas opiniões e as queixas desaparecerão. Com o sumiço das queixas, as feridas estarão curadas.
  2. Não se surpreenda com o aparecimento de pessoas gratuitamente ofensivas. 
  3. O melhor modo de vingar-se de um inimigo é não se assemelhar a ele.
  4. O líder deve não apenas comandar, mas também criar as condições para que seus comandados triunfem. É muito forte a dor de obrigações sem direitos ou de responsabilidade sem autoridade.
  5. Antes a crítica de um genio do que um louvor de um idiota. 
  6. Nada de desgosto, nem de desanimo; se acabas de fracassar, recomeça.
  7. A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fizerem dela.
  8. Muitas vezes erra não apenas quem faz, mas também quem deixa de fazer alguma coisa.
  9. A experiencia é um troféu composto por todas as armas que nos feriram.
  10. Mais penosas são as consequencias da ira do que as suas causas.

 

Dentre meus estudos e viagens pelo Império Romano, esse é um dos capítulos preferidos. Tendo em comum apenas o personagem do Imperador Marcus Aurelius, as trilhas da História me permitiram montar um quebra-cabeças com peças de Hollywood, escavações arqueológicas, exposições em diferentes países, monumentos da Antiguidade em avenidas modernas, instalações industriais do século XX em acampamentos e campos de batalha milenares e, principalmente, com o pensamento de uma dos maiores personagens da humanidade. Para um peregrino da História, isso não tem preço.

 

                                                                                

 

CONCURSO: Celebrando a marca de 60.000 visitas ao blog, lanço um desafio ao querido público. Dentre as 10 pensamentos relacionados acima, apenas 9 são realmente de Marcus Aurelius. Pergunto: qual é o pensamento intruso e quem o escreveu? O vencedor, vencedora ou vencedores ganharão um prêmio, que poderá ser o DVD “Gladiador”, o livro “Meditações de Marco Aurélio”, ou um DVD de sua escolha.

As respostas para esse concurso deverão ser enviadas ao email pfastromar@hotmail.com até a sexta feira 13 de fevereiro de 2009. O resultado será publicado em comentário a esse artigo.

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17 respostas para MARCUS AURELIUS

  1. Roger disse:

    Excelente, Professor !

  2. Faustinho disse:

    Meu querido professor,que beleza, mais uma aula de história e mais uma prova de que eu preciso ler mais. Mais da metade dos detalhes eu não conhecida. Cada vez que eu vejo um post seu, me dá uma sensação de ignorância profunda. Mas o concurso eu acho que consigo ganhar. Espero. Parabéns!!!
    Abraços
    Faustinho

  3. Faustinho disse:

    Ah! Esqueci, parabéns por já utilizar a nova ortografia brasileira.

  4. Professor Astromar disse:

    Caro Faustinho
    Obrigado pelo comment. Realmente esse artigo é um dos meus favoritos,. As peças se juntam quase como se fosse magnetizadas.Quanto ao uso da nova ortografia, dadas as lições diárias de vernáculo de Nosso Guia, não podia deixar de homenageá-lo após ter a Academia Brasileira de Letras se curvado unânimemente diante de tamanha demonstração de comando lítero-destilado.
    Professor Astromar

  5. Delicado da Kibon disse:

    Professor, se isso não tem preço para o peregrino da História, em compensação, o leitor de Viagens acaba tendo o maior lucro!
    Parabéns
    DK

  6. Noblesse Oblige disse:

    Super! Magnifique! Génial! Cette fois, je me sens encore plus concernée. Une UTI archéologique tout près de chez moi !!! Qui l’aurait cru …
    Noblesse Oblige

  7. Patrícia disse:

    Que ótimo desafio, Professor, vou empenhar-me ao máximo nele :)Adorei as lições, são preciosidades a serem postas em prática.Receba minha imensa gratidão por estar entre os felizes que podem ler um texto teu.Beijos,S.

  8. Claudia Baggi Gonzalez disse:

    Ciao Professore,
    Non so niente su Marcus Aurelius, ma penso di conoscerti un pocchino. Domani te diró il tuo pensiero.
    A martedì,
    Claudia

  9. Kiki disse:

    Prof. Astromar
    Meus conhecimentos e minha capacidade de pesquisa não me permitem vencer um concurso desta magnitude. Para uma leiga no assunto eu consegui avançar bastante e sei que o pensamento vilão está entre os 3 que já selecionei. Se fosse chutar diria que é um parecido com o senhor, mas não saberia a quem atribuir. Não se esqueça de me contar o resultado quando o concurso acabar.
    Ki

  10. Jurerê disse:

    Após 3 dias de pesquisa, já tenho a resposta certa. Vou escolher meu prêmio.

  11. Delicado da Kibon disse:

    Tem um com jeito de JOP, portanto, deve ser coisa do Professor ou quem sabe… !!! Se eu acertar alguma coisa, pode ir reservando o "Meditações"… ai ai ai, que sufoco, uma semana de suspense…bjs
    DK

  12. Capitão Raimundo Nonato disse:

    Mestre dos Mestres
    Foi com muitio aprendimento que nóis leu sua literatura de cordel do Marcorélho. Mas arresorvemo num entrá no concúrço de frase-feita purcauso que o sinhô já ensinou tudim pra gente quando teve aqui cum nóis. O Sertão tumém tem muitas mania de enterrá coisa. Nada de riqueza, mas pra dá uma ajudinha no destino das sucedência. Por ezemplo, se enterrá:
    – Caveira de jegue no caminho da puliça faz os macaco num acertá tiro nenhum.
    – Sapo de boca costurada com o nome dum cabra dentro faz o safado pará de fofocaiá, de dizê mintira e de caguetá os companhero.
    – Treis ossinho de criança inocente levada pro céu trás proteção a todo bando acoitado na caatinga.
    – Dois corno de bode faz a muié do inimigo fica doidivana e dadivosa para um doce deleite.
    E tem tumém os ensinamento que evem lá dos antepassado do Coroné Pedro Anão i qui nóis se alembremo niquiqui fizemo a roda de prosa dantonti. Pode usá que tem resultado garantido:
    1.Em terra de galinha, barata não tem razão.
    2.Coração véio que ama muié nova bate bate só pra si sofrê.
    3.Quando um burro fala, Luiz Inaço baixa as oreia.
    4.Seguro morreu de véio e desconfiado tá vivo.
    5.Uma mão lava a outra e juntas, lavam as fuça.
    6.Quem quebra galho é macaco gordo.
    7.Quem novo não morre, de velho não escapa.
    8.Aquele coisa-ruim é cabra da peste mais feio que a necessidade.
    9.Ladrão que rouba ladrão ganha cargo e mensalão.1
    0.Por causo da pressa morreu Zé apressado.
    11.Quem gosta de dormente é trem.1
    2.Se pelo dedo se conhece o gigante, como se conhece quem num tem mindinho?
    13.Quem tem rabo de palha num brinca com fogo.
    14.Se Lampião corta rabo de boi, que dirá de gente.
    15.Passarinho que anda com morcego dorme de cabeça pra baixo.
    16.Moço que toma café cuado em carcinha de donzela num escapa do casório cá dita.
    Pois é, professô, com essa sabedoria tu vai pudê mostrá com quantos pau se amansa uma coroa.
    Sua bença,
    Capitão Raimundo NonatoChefe de bando

  13. Leninha disse:

    Professor,tenho andado atolada de trabalho e ando super atrasada quanto aos comentários de seu blog. Li ontem o artigo de janeiro e o deste mes. Vc realmente teve 7 réveillons completamente diferentes mas sensacionais,parabéns,adorei. Achei gostoso de ler sua narrativa sobre eles. Quanto ao Marco Aurélio,confesso que não sabia muito sobre ele, mas…vivendo e lendo seu maravilhoso relato, vamos aprendendo cada vez mais. E não queria deixar de participar do concurso,vai no chute á claro, mas também andei fazendo umas pesquisas e quem sabe eu acerto!!!!!! Será que estou escrevendo muita besteira!!!!!!!!!!!!!
    Com carinho
    Leninha

  14. Professor Astromar disse:

    CONCURSO MEDITAÇÕES DE MARCUS AURELIUS – RESULTADO

    Fiquei surpreso e feliz com a resposta da audiência. Tivemos 57 leitores participando do concurso.
    Das 10 "meditações" apresentadas,

    1.Retire suas opiniões e as queixas desaparecerão. Com o sumiço das queixas, as feridas estarão curadas. 2.Não se surpreenda com o aparecimento de pessoas gratuitamente ofensivas
    3.O melhor modo de vingar-se de um inimigo é não se assemelhar a ele
    4.O líder deve não apenas comandar, mas também criar as condições para que seus comandados triunfem. É muito forte a dor de obrigações sem direitos ou de responsabilidade sem autoridade
    5.Antes a crítica de um genio do que um louvor de um idiota
    6.Nada de desgosto, nem de desanimo; se acabas de fracassar, recomeça
    7.A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fizerem dela
    8.Muitas vezes erra não apenas quem faz, mas também quem deixa de fazer alguma coisa
    9.A experiencia é um troféu composto por todas as armas que nos feriram
    10.Mais penosas são as consequencias da ira do que as suas causas,

    a "intrusa" é a número 4. E seu autor não foi Napoleão Bonaparte, Átila o Huno, Barack Obama ou Bill Gates, como sugerido por alguns. A "meditação" é de autoria do Professor Astromar. Dos quatro vencedores, apenas um acertou o autor; mas como ainda não sou um personagem historico, fico orgulhoso por acharem que a frase correta teria sido forjada por tanta gente importante. No caso, ela vem da minha experiência de mais de 30 anos como comandado e como comandante. Aos vencedores, Jurerê, Kiki, Leninha e Faustinho, meus parabéns. Aguardo por e-mail a escolha de seu prêmio e do endereço. de entrega. Aos demais concorrentes, meu emocionado muito obrigado.
    Professor Astromar

  15. Maria Augusta disse:

    Oi primo,Finalmente depois de tantas indas e vindas, conseguí acessar o seu site. Que espetáculo! Uma verdadeira aula de cultura, adorei. Grata surpresa saber de um primo professor Astromar, muito bom!

  16. Voyeur de Wayzata disse:

    A momentary journey to a fascinating past in the midst of a distressful present.Obrigado, Professor…

  17. Maria Augusta disse:

    Oi primo,Gostaria muito de um exemplar do livro do Professor Astromar! Isso tudo é uma grande novidade para mim, não poderia imaginar que você se dedicava a essas atividades, muito legal!
    Muito obrigada!
    Bjs,
    M.A.

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