STANFORD UNIVERSITY E EU


 STANFORD UNIVERSITY E EU

 Engenharia de uma vida

 

 O Boeing 747 da American Airlines fez uma gigantesca volta sobre a cidade de San Francisco e direcionou seu rumo para Nova York. A ponte Golden Gate ia sumindo na janela. Na minha bagagem de alma, eu levava a experiência e os conhecimentos acumulados na vida em Stanford. Na minha bagagem de mão eu levava meu diploma de Master of Science em Engenharia Industrial, aposta no direcionamento do rumo de uma então insipiente carreira profissional. Os acordes de I left my heart in San Francisco faziam a trilha sonora daquela despedida.

http://www.youtube.com/watch?v=5peh4JdbX-4

                

Quase um ano e meio antes, o mesmo Boeing 747 da mesma American Airlines fez uma volta gigantesca nos procedimentos de descida e aproximação do aeroporto de San Francisco. A ponte Golden Gate surgiu na janela. Depois de seis horas atravessando de costa a costa uns Estados Unidos gelados pelo inverno, o sol da California vinha me acolher no coração da Universidade de Stanford. Ansioso, sim, mas protegido por aquela irresponsabilidade e curiosidade marcantes da juventude, percebi os acordes de If you’re going to San Francisco na trilha sonora daquela chegada.

http://www.youtube.com/watch?v=eKeXkhxiq6I

O início dessa história está na minha infância e juventude. Aulas de Inglês, ainda de pijama, nas alvoradas de Copacabana, com meu pai, antes de ele sair para trabalhar; catequese de minha mãe, plantando a idéia de eu estudar nos Estados Unidos.  Quando chegou a hora de me mexer para isso, estava no 4º. ano de Engenharia da PUC/RJ e já tinha Stanford no radar. Seria uma longa corrida de obstáculos. Montagem de plano para pós- graduação, applications (processos de solicitação de vaga diretamente com as universidades), provas e entrevistas de admissão para universidades americanas, busca de solução financeira para estudo e vida no exterior, aceleração da fluência oral e escrita no Inglês.

Comecei conversando com um ex-aluno de Stanford.  Daquele papo, ficou uma frase que guardo até hoje: “Se você realmente quiser ir estudar lá, tente, e tente de novo, nunca desista, pois vai acabar conseguindo”. Acreditei nele. Num mundo sem Internet, enfiei-me na biblioteca do consulado americano no Rio de Janeiro e passei semanas consultando catálogos e currículos de universidades, procurando endereços, instruções para application. O primeiro catálogo consultado foi o de Stanford. O primeiro application postado na agencia de Correios da Praça Serzedelo Correa tinha o endereço de Stanford.

                     

                                          

Mas, pelo sim pelo não, escrevi para outras 46 universidades. Apresentava meu plano de estudo e trabalho, boletins de notas e recomendações de professores, solicitava admissão e pedia fellowship  (bolsa de estudos). Um ano depois, minha busca tinha afunilado para 3 instituições: University of Miami, Kansas State University e Stanford University. Em paralelo, praticava uma aeróbica pesada de Inglês  com Mrs. Blunt, uma adorada little old lady americana, especializada em exames para admissão às universidades; o mesmo aplicado em todos os países, inclusive nos Estados Unidos. Concorrência pesada. Atolado de negativas de fellowship por todas as universidades contatadas, comecei a prestar concursos para bolsa de estudos. No IBEU – Instituto Brasil-Estados Unidos, haviam 3 vagas. Fui o 4º. colocado. Na Comissão Fullbright, terminei em 5º. na competição por 4 bolsas; e na General Electric fui vice na busca da única vaga. Não desanimei, nem desisti. Lembrava e relembrava do conselho do veterano ex-aluno de Stanford e da abertura do LP com os gols do Brasil na Copa de 62 “A vida é uma luta que aos fracos abate e aos bravos e fortes só sabe exaltar”. Voltei para outra largada.  Um ano adiante, lá estava eu concorrendo outra vez por bolsa de estudos no IBEU e na Fullbright, e na inédita oportunidade oferecida pela OEA – Organização dos Estados Americanos.  Bingo. Simultaneamente à aprovação de admissão pelas três universidades escolhidas, vieram as concessões de bolsa nos três concursos prestados. “Mamãe, eu vou estudar nos Estados Unidos!”. A bolsa da OEA havia colocado a chave de Stanford na minha mão. Estava terminando meu primeiro ano de trabalho como engenheiro formado e ia me casar.

Duas sorridentes senhoras, faces rosadas pelo frio, boina, cachecol, luvas e casacão nos esperavam no portão de desembarque do aeroporto de San Francisco. Eram voluntárias do Stanford International Center e estavam ali para ajudar calouros estrangeiros a começarem sua jornada na busca de novos sonhos na subida por desconhecidos degraus. Com um mês de casado, não tinha idéia do que vinha pela frente. 

Nossas malas não chegaram naquele vôo. Na primeira noite no Palo Alto Hotel, com a roupa do corpo, jantar na residência de uma das voluntárias, Mrs. Brown, viúva de ex-aluno. Comida americana “Deus me livre”  e informações de sobrevivência. Onde e como supermercado, luz, gás, telefone, seguro saúde, mapas. E, pânico!  Não havia mais vagas para hospedagem no campus. Escondido Village, a área residencial da Universidade para estudantes casados estava lotada.

 

O reencontro com a bagagem perdida foi o despertador de uma nova e gelada manhã de dezembro. Com Mrs. Brown veio um apartamento off-campus, na comunidade de Menlo Park, cidade a 3km das salas de aula. Semi mobiliado, 2 dormitórios, 2 banheiros, terraço e piscina, aquecimento e ar condicionado centrais, lavanderia, lavadora de pratos e triturador de alimentos, aluguel 250 dólares. Em  24 horas, as concessionárias de serviços públicos ligaram água, eletricidade, gás e telefone. Com meu novo Chevelle Malibu 1965 de 900 dólares, entrei para sócio da AAA – American Automobile Association e enfiei nos bolsos mapas e carteirinha para socorro e assistência de emergência rodoviários. No Alec’s Supermarket e no Stanford Shopping Center, foi abastecido o novo lar. No International Center, surgiu um imenso depósito de móveis e eletrodomésticos deixados por ex-alunos para uso, sob comodato, dos novos alunos. Isso aumentou o mobiliário original do apartamento com escrivaninha, cadeiras, luminárias e uma TV Zenith branco e preto 14 polegadas . 806 Coleman Avenue, Apt. 23, Zip Code 94301, Menlo Park, California, estava pronto para acolher a intensa travessia de seus novos moradores.  

 

Foi um sonho entrar na Disneyland pela primeira vez. Depois de 3 meses de inferno, haviam chegado as férias de primavera: 10 dias para sacudir o stress do Winter Quarter, recuperar a auto-estima e fazer alongamento psicológico e emocional para o Spring Quarter. Sobrevivente, mais preparado, estava até ligeiramente otimista, ainda mais depois que o meu velho Malibu 65 agüentou bravamente a viagem de ida e volta a Los Angeles e as aventuras com a turma do Mickey.

                                           

No modelo de ensino de uma universidade americana, o ano letivo começa em Setembro, é dividido em trimestres sinônimos das estações do ano, e prevê um intervalo para descanso entre cada período. As matérias são auto-contidas dentro de cada trimestre. E, para cada uma, é dado um grau definitivo: A, B, C, D, ou F de fail, de fracasso. O grau é a avaliação atribuída, pelos professores  titulares de cada  disciplina, ao aproveitamento do aluno em seus trabalhos de casa, seus exames midterm, em sua prova final e em sua participação em discussões em sala de aula. Ou seja não há distinção entre desempenho de americanos e o de estrangeiros. A competição é permanente, acentuada pelo fato de o grau final individual ser o reflexo comparação da produtividade do estudante com a performance  da turma. Por exemplo, se todos os estudantes de uma certa disciplina tivessem tirado 10 em uma prova, um tivesse obtido 9 e outro, alcançado um 8, esses dois coitados ficariam com graus B e C, respectivamente, enquanto que aos demais caberia o glorioso  A. Com cada matéria valendo 3, 4 ou 5 créditos, cada faculdade tinha suas regras para conceder diplomação. Na pós graduação da School of Engineering, no Departamento de Engenharia Industrial, eram necessários 45 créditos e média B nas matérias cursadas para obtenção do grau de M.ScMaster of Science. E outros 45 e uma defesa de tese para o de PhD. As matérias selecionadas deveriam ser aprovadas por um orientador, sendo possível fazer disciplinas em outros departamentos, como Business School, Operations Research, Civil Engineering, Computer Science, etc.  

         

Carioca malandro, cursando as tardes da Engenharia Mecânica da PUC/RJ nas praias de Copacabana e Ipanema e sempre com boas notas, não respeitei aquelas novas leis da nova Natureza com que passava a me defrontar. No Registration Day do Winter Quarter, dia de matrícula nas aulas, “espertamente” escolhi cinco matérias para meu primeiro trimestre em Stanford.  Não só era esse era o número de matérias que haviam me proporcionado tantos praiões, mas porque vinha acompanhado por uma programação de horários que novamente me deixava a tardes livres, a partir das 14hs. Que beleza, já na largada, partia com 20 dos 45 créditos necessários para a chegada, para o diploma de M.Sc.

O choque de realidade foi devastador. A esbórnia universitária nacional, proclamada pelos Diretórios Acadêmicos, pela utopia da UNE, pelas passeatas sexuais de José Dirceu, pelas tardes sem estudo e sem trabalho, mas com peladas na areia e peladas na traseira de fuscas envenenados, alienada pelo criminoso bordão político “Ninguém segura esse país”, bateu no muro a 300km por hora. Protestos incendiários no campus de Stanford contra a Guerra do Vietnam, com agressões policiais contra grevistas, professores e até contra os coloridos hippies paz e amor de plantão. Cães acompanhando seus donos dentro das instalações acadêmicas. E uma carga brutal de estudos, leituras e trabalhos, case studies, engolfada por uma competição desenfreada por notas altas, potencializada por escancarado individualismo e por disfarçados  preconceitos sociais. Calouro no Winter Quarter, em meio a veteranos do Fall Quarter, fui colocado de joelhos pelas leis dessa nova Natureza. Fui tomado por uma crescente sensação de incompetência e burrice, atestada pelos primeiros boletins. Tudo seguido pelo pavor de uma volta prematura ao Brasil, com o rabo do fracasso entre as pernas. Mas, toda crise traz oportunidades. Num reflexo, tomei uma das minhas primeiras decisões solitárias de vida. Abandonei a matéria em que estava pior, que exigia debates em sala, mas que poderia ser retomada no futuro. Coloquei foco nas sobreviventes. Um estudante diferente renascia ali.

                 

Os resultados foram imediatos. Os dias e semanas foram ficando leves. Cheguei até a ir a San Francisco me apaixonar pela cidade. O Winter Quarter terminou com a contabilização de 15 créditos em quatro matérias, respectivamente com três graus B e um grau A. Cair, para depois levantar. Isso me acompanha até hoje. 

Conseqüentemente, com os pés no chão, pude viver Stanford, a California e até Nevada e o Arizona. Voltei a rir muito, passei a curtir minha casa e a decantar aquela overdose de experiências. Aos poucos, foram chegando visitantes muito queridos. Meus pais, minha sogra, uma adorável tia. Investi mais tempo nas bibliotecas, dei meus primeiros passos em Informática usando um moderníssimo IBM System/360-67, com perfuradoras e leitoras de cartão espalhadas pelo campus. A tecnologia da universidade era outro diferencial. Saído dos quadros negros com giz, agora entrava em sala de aula com alunos participando em viva voz, diretamente de suas empresas. Na época, chamávamos esse povo de “As vozes do Além”. Dos termofax para reprodução de documentos em Copacabana, passei a ter um self-service de máquinas Xerox nas bibliotecas, a 5 centavos a cópia. Admirava o momento de silencio no campus durante as aulas e o tráfego barulhento de conversas apressadas e de pedais de bicicletas no deslocamento entre um prédio e outro, nos intervalos.

     

   

Alternando notas cada vez mais positivas com turismo nas paradas entre trimestres, naveguei pelo Spring Quarter com dois A’s e dois B’s, pelo Summer Quarter com três A’s e, finalmente, pelo Fall Quarter, com três A’s e um B (um dos A’s foi na disciplina abandonada no período do terror). Em paralelo, conheci Lake Tahoe no verão e no inverno, a fazenda Ponderosa do seriado Bonanza e Virginia City, cidade fantasma do Velho Oeste. Nas máquinas de dinheiro de Las Vegas, ganhei não só minha temporada por lá, mas também no Grand Canyon e no espetacular parque de Yosemite.  Em Carmel-by-the-Sea, cidade do prefeito Clint Eastwood, encontrei a pintura viva de um vilarejo litorâneo europeu. Nunca deixando, é claro, de vez por outra dar uma escapada para abraçar San Francisco.

                                                           

Aproveitei o que a Universidade proporcionava além da vida acadêmica. Inesquecíveis concertos de Credence Clearwater Revival e de Sérgio Mendes & Brazil ’66, ingressos a 4 dólares. Estive no monumental estádio de futebol americano para ver os Stanford Indians vencerem San Jose State University e UCLA. Aprendi a gostar e a entender esse esporte de gladiadores ali, naquelas arquibancadas. Mergulhei no Museu da Família Stanford, repassando a história de seus personagens e as primeiras pegadas da Universidade. Fiz grandes amigos lá, e recebi outros tantos quando estava para voltar ao Brasil. Todos brasileiros. A transferência de experiência entre gerações de alunos não tem preço. Um antigo colega da PUC, solteiro, passou pelos mesmos traumas que eu. Chegou se convidar para o Natal em minha residência, tal era sua solidão. Deixei com ele meu velho automóvel Malibu ’65. Quando terminou seu doutorado, cinco anos depois, a relíquia ainda funcionava.

       

Com 53 dos 45 créditos acadêmicos necessários e mestrado no bolso, deixei Stanford numa radiante manhã de primavera, apenas para virar abóbora assim que acabaram as festas familiares de parabéns e de boas vindas ao Brasil. Das entrevistas de emprego no campus, nada de conclusivo. Minha função de engenheiro na empresa familiar que me recebera no 5º. ano de Engenharia não cabia mais em mim. Pois é, eu me “achava”. Afinal, falava Inglês (um diferencial na época). Era Master of Science, com diploma e anel. Outro choque de realidade. Estava de volta para um futuro insatisfatório.

                                

                            

Meses depois, um anúncio do Jornal do Brasil, em domingo de vitória de Emerson Fittipaldi na Fórmula1, mudou minha vida. Era a IBM buscando gente com o meu currículo. Participei do concurso e fui contratado para trabalhar em um departamento chefiado por um ex-aluno de Stanford, o Roger. Guia dos meus primeiros passos na Big Blue, Roger foi decisivo na minha carreira. Paradoxalmente, produzi trabalhos equivalentes à dissertação que não havia sido necessária em Stanford. Primeiro, uma monografia de Gerencia de Projetos, numa época em que não existiam ciência e método de gestão no desenvolvimento de sistemas de computação. Os cursos de Construction Planning e Construction Costs que ele e eu fizemos com o Professor John Fondhal, em Stanford, foram fundamentais para esse trabalho. John Fondhal, um craque falecido em 2008, foi o criador do método universal de gestão de projetos com PERT-CPM. Mais tarde, Roger e eu vencemos um concurso nacional do Ministério da Educação com o livro APX-Avaliação e Planejamento de Sistemas de Informação. Grandes momentos no início de uma maravilhosa carreira de 27 anos na IBM.

 

Professor John Fondhal

                

Revendo esse texto, seu desfecho torna-se cristalino. Devo a meus pais a trilha para Stanford. Por conta de Stanford, cheguei à IBM. Por conta da IBM tive e continuo tendo uma maravilhosa vida profissional, intelectual e material. A IBM me levou a 24 países. O Professor Astromar só existe em função dessas viagens. A IBM me deixou em meu último porto, São Paulo, junto a clientes muito queridos e onde criei família e pude desenhar minha vida após a IBM. A IBM me proporcionou regressar a Stanford cinco vezes. Partindo de coordenadas tão distintas quanto Cidade do México, Cidade do Panamá, New Orleans, Toronto e San Francisco, retornei à origem de meu destino. Vou voltar a Stanford uma última vez. Quero mostrar a meus filhos onde tudo começou.

                                

P.S. Gosto de música. Canções marcaram muitos instantes de minha vida. Na passagem por Stanford, ouvia e gravava do rádio as músicas mais tocadas, os maiores sucessos daquela época. Muitos deles são eternos. Atemporais. Com a ajuda do Youtube, aí estão eles (e mais os dois dos primeiros parágrafos desse texto). Espero que gostem.

STANFORD SOUNDTRACKS

 IMAGINE

http://www.youtube.com/watch?v=IxLnIRVVwIM

AMERICAN PIE

http://www.youtube.com/watch?v=MCnmEX9LAdM

COUNTRY ROADS

http://www.youtube.com/watch?v=ukUL_I14GPw

THE NIGHT THEY DROVE OLD DIXIE DOWN

http://www.youtube.com/watch?v=nnS9M03F-fA

AGAINST THE WIND

http://www.youtube.com/watch?v=e2efTlU36Tw

CLOSE TO YOU

http://www.youtube.com/watch?v=6inwzOooXRU

OYE COMO VA

http://www.youtube.com/watch?v=XIYAwd7dtZQ

THE BOXER

http://www.youtube.com/watch?v=zPRc9KByM2E

HAVE YOU EVER SEEN THE RAIN?

http://www.youtube.com/watch?v=Gu2pVPWGYMQ

MASSACHUSETTS

http://www.youtube.com/watch?v=4XWYefe9EzI

PEACE TRAIN

http://www.youtube.com/watch?v=7sjSHazjrWg

MOONSHADOW

http://www.youtube.com/watch?v=UtgXus3eiII&feature=related

WILD WORLD

http://www.youtube.com/watch?v=DHXpnZi9Hzs

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42 respostas para STANFORD UNIVERSITY E EU

  1. ana carolina disse:

    adorei! me senti inspirada a buscar caminhos assim…

  2. Voyeur de Wayzata disse:

    Querido amigo,
    Mais uma apetitosa leitura recheada de aspectos, fatos e fotos de uma fascinante etapa de sua vida, numa nova demonstração da impressionante organização do banco de dados pessoal que você tão bem acumulou em todos esses anos. Seu texto contem o inevitável toque nostálgico e de orgulho que caracteriza nossa geração, ao tempo em que nos estimula a conceder as mesmas oportunidades e privilegios que tivemos a nossos netos – em seu caso, essas cosinhas fôfas que são Gigi e Juju. É o legado maior que recebemos e devemos passa-lo adiante. Parabens pela linda estoria de amor vivida com essa amante eterna que é a SU…

  3. Delicado da Kibon disse:

    Lembro de muitas coisas, com misto de saudade e orgulho. Enquanto isso, eu ia à praia, às aulas, com DK na bolsa. Adorei expressòes como “bagagem de alma”, “protegidos pela irresponsabilidade da juventude” (great!!!), “aeróbica pesada com Mrs. Blunt”… Deu tudo certo.

  4. Noblesse Oblige disse:

    Magnifique! Instructif avec de l’affection. Il faudrait un livre de capa dura avec des photos en pages spéciales.
    NO

  5. Carlinhos disse:

    STANFORD all the way ! Costumo ler, de vez em quando o site “Educator´s Corner” da Stanford.
    Parabens pelo site,
    abs,
    C.Jr.

  6. Mário Andraus disse:

    Grande Astromar,
    Genial!
    Gostei muito. Informação, cultura e emoção misturados.
    Parabéns e um grande abraço.
    Mário

  7. Luz de Pedra disse:

    ESTÁ UMA BELEZA! E que pesquisa de fotos maravilhosa.
    Parabéns meu irmão, gostei muito.
    ——————————————————-
    PÉROLAS do TEXTO:
    – Bagagem de alma
    – protegido pela irresponsabilidade e curiosidade da juventude….
    – alongamento psicológico e emocional
    – o rabo do fracasso entre as pernas.

  8. Edivaldo disse:

    Nossa ! Que historia bonita; eu pude viver um pouco da sua jornada. Parabéns!
    E obrigado por compartilhar.
    Abraços,
    Edivaldo

  9. Luz de Pedra disse:

    Gostei também de você “revirar cabeças e gavetas” no email de chamada para o texto.
    Lindas imagens.

    “Queridas amigas e queridos amigos
    Depois de narrar a história da Universidade de Stanford, revirei cabeças e gavetas procurando pedacinhos de memória para contar o que aconteceu comigo na travessia até, durante e depois de Stanford.
    Consultei Claudia Baggi Gonzalez, minha paciente professora de italiano, e Mario Andraus, cliente, amigo e colega de tantas jornadas, como representantes dos leitores deste professor. Perguntei a eles o que gostariam de saber sobre minha experiência como aluno e criança de Stanford. Casos específicos ocorridos e diferenças encontradas entre o ambiente de uma universidade americana e o de uma brasileira.
    Bem, a resposta está em STANFORD E EU – Engenharia de uma vida. Lá no novo velho blog, https://pfdrastromar.wordpress.com
    Espero que gostem.
    Bom fim de semana.
    Professor Astromar”

  10. Claudia Baggi Gonzalez disse:

    Carissimo scrittore,
    Ti saluto così perché scrivi usando delle frasi che io non avrei immaginato mai:
    ( …….Nel bagaglio di mano la laurea, nel bagaglio dell’anima l’ sperienza…..).
    Man mano leggevo, mi veniva in testa i miei 15 anni che era la mia età quando tu hai vissuto questa magnifica avventura in terre straniere.
    A quell’ epoca m’ innamoravo e sognavo ascoltando con gli occhi lucidi tutte queste belle cansoni che ci hai fatto ricordare……….. bellissime….sono anche le mie cansoni.
    Tu hai avuto l’ aiuto e l’appoggio dei tuoi genitori, ma se pensiamo che questo è sucesso a 40 anni fa, devo dirti, amico, tu hai avuto molto coraggio, forza d’animo e soprattutto molta volontà di vincere. Forse queste parole sono le tue parole d’ ordine: HO VINTO!!
    Bravissimo. È stato un piacere leggere questa bella storia.
    Claudia

    • Caríssima e paziente Professoressa Claudia
      Grazie tante per tue parole sulla mia storia nell’ Universitá di Stanford. Hai capito benissimamente quello che ho passato e sentito da quegli anni a California fino da oggi. Magari potrebbo dire che questo mio coraggio visto per te non é cosí forte e sciente. Ho detto molte volte e sono securo che quello non era coraggio, ma semplicemente il prodotto di una irresponsabilitá naturale della gioventú. “Devo prendere un aereo con destino a San Francisco. Giusto, avanti!”. Questo era un pensamento comune per un ragazzo di 23 anni.
      Ma, ci bisogna da dire alcune parole venute del cuore con questa coincidenza di esperienze e de idee chiaramente vista tra la mia storia e li due articoli sul Stanford che tu m’hai datto a leggere. Il signore Puglia, rettore dell’ Universitá ripete quello che ho ditto e sentito con l’ opportunità di guadagnare un valore aggiunto con tale grande esperienza. Addizionalmente, il professore Morris scrive come si fosse un veterano de IBM. Nell’ anno i cui IBM riesce stare bene e giovane con 100 anni di vita, quello pensamento di lui – “Dal momento che gli esseri umani sono inteligenti e molto socievoli, inventano strumenti tecnici e istituzioni per raggiungere quello obietivo di trovare un equilibrio ottimale tra le proprie esigenze di comodità e sicurezza” – veramente é l’ anima viva della mia ditta.
      Quindi, tutto questo é una prova chiara che Jane e Leland Stanford stavano certissimi quando hanno avuto la visione sul’ “i bambini di Stanford”.
      Un abbraccio,
      Professor Astromar

  11. Delicado da Kibon disse:

    Encontrei meu comment. Sem mencionar nada entre elas, Luz de Pedra e DK gostaram das mesmas expressões… tá no sangue.

  12. Alexandre Hercules disse:

    Meu caro amigo Astromar,
    é difícil ler uma história tão linda como essa sem se identificar com seus objetivos, sonhos e realidades. História boa é aquela em que – naturalmente – a gente se coloca no lugar, é aquela que, de alguma forma, te atinge e te traz emoções. Você escreveu com a mesma ótima qualidade de um Veríssimo ou de um Sabino. E qual não foi a minha emoção e frustração por não ter conseguido estudar fora do país. Quando me dei por conta, já estava com emprego fixo e quase casando. Não reclamo da vida não, mas quando leio um texto desses uma lágrima cai do olho por um sonho não realizado, por uma meta não atingida. Você não apenas escreveu uma história que merecia estar num grande veículo ou num livro, como também atingiu em cheio minhas emoções que já estavam guardadas há muito tempo nos cofres da minha memória. Forte abraço.

    • Obrigado pelo comentário, querido amigo. Realmente foi uma saga que mudou minha vida e me deu o caminho que me trouxe até hoje. Meus pequenos já estão assanhados para ir conhecer esses lugares. Ao longo dos anos outros candidatos a chegarem até Stanford, com dicas, ajuda no application e cartas de recomendação (as dos alumni tem peso maior). Estava com 100% de track record, até que o último, em 2001, não entrou. Nunca entendi a razão. Era o um craque.
      Abcs
      Astromar

  13. Beach Volley disse:

    Professor Astromar, uma beleza de história….Parabéns por tê-la vivido, e pela generosa narrativa agora.
    Um abraço

  14. Fabricio disse:

    Tão gostoso de ler e de ver, que é inevitável sentir vontade de ter passado por lá…
    Show de Bola !!!

  15. Claudia Teresa disse:

    Gostei muito dos artigos sobre Stanford. Você escreve muito bem e seus textos são sempre bonitos e trazem muitas recordações.

  16. Leninha disse:

    ADOREI!!!!!!!!! Achei muito legal. Admiro vc cada vez mais pelas suas experiências de vida, por ter sido sempre um batalhor quando se quer algo e lamento não ter tido mais convivência com vc antes. Conheci muito sua mãe, que eu adorava, seu pai e sua tia que tinha imenso carinho por ela. Fico impressionada ao ler seu blog pq sinto a emoção de suas experiências no seu descrever. Continue sempre e nunca desista pq cada vez mais fico gratificante em lê-lo.
    Abraços de admiração
    Leninha

  17. Sou Demais disse:

    Adorei a parte onde você disse assim:-
    “Vou voltar uma última vez. Quero mostrar aos meu filhos onde tudo começou”.
    Eu quero ver aonde tudo começou!
    Ah! Saibam todos que lerem este comentário! Fui eu que tirei esta belíssima foto do papai na nossa varanda!
    Pai, eu sempre soube que você tinha talento para isso! Para contar histórias.
    Parabéns! Parabéns!
    Se bem que você podia ganhar um dinherinho com isso, né!
    Mas eu acho muito legal que você tenha contado a sua belíssma história! Sobre Stanford!!
    ASS: sua fã número 1,
    óbvio, Eu!
    ASS: Gigi

  18. Marcita disse:

    Sentada na cama, Laptop no colo, ar refrigerado ligado e uma jarra de água na mesinha de cabeceira, comecei a ler sua jornada desde as aulas de inglês matinais, em Copacabana, com seu pai, antes de ele ir para o trabalho….. E assim fui me deliciando com cada palavra, apertos e nervosismo de cada prova, até atingir o ápice.
    Aí começo sua jornada em Stanford desde o início e toda história, desde fazenda até chegar a ser uma Universidade.
    Posso imaginar o que deve ter sido no 1o. momento…Mas quando se é jovem, tudo se tira de letra. E o resultado está aqui para qualquer um ler e se regozijar com a trajetória deste guerreiro, que mesmo dando o máximo de “sis”, tirando A’s e B’s em outro idioma que não o seu, também soube aproveitar os momentos livres e voar por lugares nunca dantes navegados, no seu Chevelle Malibu 1965 e tendo assim, muita estória para contar….pelo menos estou tendo esse privilégio, privilégio esse, porque tive a felicidade de conhecer este ESCRITOR NATO (que naquela época não o sabia; era apenas desenhista), na Nossa Querida e Inesquecível IBM.
    E ainda por cima, poder conviver com DEUX ENFANTS DE STANFORD: Você como “colleague” e Roger como “boss” – PRICELESS.
    Professor, que este seu DOM se perpetue juntamente com sua estupenda memória.
    Beijos……..

  19. Capitão Raimundo Nonato disse:

    Mestre dos Mestres
    Ademorei um mucadim a iscrevê di carreirinha nesse teu causo de Stanford e tu, pruquê esse povo daí desembestou a punhá um palavrório internacional que numtindi nada. Tem francês, tem italiano, tem ingrêis, e tem inté brasileirês difíceu. Fora que tu carregô brabo nas palavra americana na tua istória. Que, cá entre nóis, como amigo teu qui sô, eu já sabia. Sei que teu diproma de Mestre das Ciença te alevô até aquela fábrica azul de cérebro eretônico e dali, pro mundo afora. Sei que tuas istória que faz chorá e que faz o pau truá só tem pruquê tu estudô muitia computaria. E que permêro tu colecionô diproma e qui esses diproma deram pra tu a tua vida. Deferente daquele sévergonho sem mindinho qui só ganhô diproma depois de véio e tudim de um monte de puxa saco. Safado nunca trabaiô, nunquinha teve estudo, nem livro, nem caneta e papel de ditado. Se achando fi di Deus reincarnado, ficava nos preguicê do goró, falando bostejada daqui e dacolá, falando pra tudim que estudo não serve pra nada, que só é prisidente bão cabra qui num estuda nada e sabe tudo. Abestado da porra qui só. Meu mestre, até cangaceiro dá duro na vida, lê cartilha e si rivira em tabuada pra módi num sê um ninguém na vida. Nóis é bandido mais nóis é honesto. Num rouba de pobre, num fala mintira, é temente a Deus e ao Padim Padi Ciço Rumão Batista. Pra político safado nós dá é ponta de peixeira. Pru isso é que ninguém vem pedi voto aqui. E pru causo disso é que as capela do nordeste tá cheim de ex-voto da gente. Podi repará cuma, no depois das procissão, vórta e meia dá pra escutá um violeiro aqui aculá, c’os dórrémi que nóis canta c’os grilo e c’os sapo martelo nas toada do acoito. Óia só.

    Tu gostô, né?
    Bença professô,
    Capitão Raimundo Nonato, chefe de bando

  20. Delicado da Kibon disse:

    O montão de acentos gráficos no palavreado do Seu Nonato é de uma utilidade ímpar!!!
    Mme. NO a tout compris et lui dit bravÔ!!!

    • Capitão Raimundo Nonato disse:

      Ô sá moça das delicadeusa da sorveteria. Eu num sô Seu Nonato. Faiçavô, tenho cá , com muitio orguio, minha patente de Capitão. Si possasê e tu mi chamá de Capitão Raimundo Nonato, eu berro aqui pra rapaziada da sanfona, triango, bumbo, pexera e fuzível: “Era isso que gia queria!”.
      Capitão Raimundo Nonato, chefe de bando

      • Delicado da Kibon disse:

        Ó Capitão Raimundo Nonato! Desculpe lá minha falta de classe, escorreguei chamando o senhor de Seu. Mas foi uma boa razão pra receber seu comentário falando até da amiga gia. Na minha próxima ida à terra, bem que o senhor podia arrumar tijolo de laranja e rapadura para a minha coleção de doçaria….

  21. Noblesse Oblige disse:

    D’accord, Professeur, dis au Capitaine Nonato que j’arrête, alors!!! mais que je l’aime toujours.

  22. Delicado da Kibon disse:

    Assino!

  23. Luz de Pedra disse:

    Em Volterra eu me escangalhei de rir com o comentário do Capitão.

  24. Catherine Wygal - Stanford Magazine disse:

    Jayme,
    The images on your blog give me a flavor for your life, your caring and your interests. Thank you so much for sharing your story and your passion for Stanford.
    In this digital world, it is always so wonderful to know that the printed word still means so much. As the printer, sometimes it can just feel like “putting ink on paper”… but reading your e-mail below it helps me remember that we play a role in connecting people around the world with the things about which they share a passion.
    I will be in touch after the next issue is mailed to be sure your copy has been received.
    All the best to you,
    Catherine
    15260 Ventura Blvd., Suite 1510
    Sherman Oaks, CA 91403
    catherine.wygal@rrd.com

    From “Jayme Perlingeiro”
    02/11/2011 05:50 PM
    To Catherine.Wygal@rrd.com

    Subject RES: Where are my printed editions of the Stanford Magazine? / INC000001541775

    Good evening Catherine
    I am very pleased with all the attention I have unexpectedly aroused with my hunt for Stanford Maganizes.
    Please understand that Stanford has always been in my heart. Stanford made a difference to my life. Both professionally and as a human being.
    Since my graduation, in 1972, I have returned to visit Stanford five more times: 1983, 1984, 1986, 1991, 1994. I still plan one last trip, kind of a farewell. This time to bring my children with me to see where it all started for us.
    I have a passion for Stanford. I use Stanford apparel. Have all my student books, cathalogs and so. Have the 1971 Rose Bowl Edition. And have written about my personal journey in my blog. It is in Portuguese, but I bet you will get something out of it.
    Hope you enjoy it anyway.
    Best regards,
    Jayme
    https://pfdrastromar.wordpress.com

  25. Tatiana Achcar disse:

    Muito bom mesmo!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Continue…
    Beijos,
    tati

  26. marco messina disse:

    prof Astromar achei muito linda a sua experiência em Stanford obrigado por compartilhar essa história, abcs Messina

  27. O texto, uma linda história de sucesso! “Cair, para depois levantar”, um conselho gratuito que deve ser sempre considerado! Parabéns! Abraço.

  28. Valeu, João. “Cair, para depois levantar” fica fácil de dizer depois de sei lá quantas experiencias e situações. No meu caso, é a história de minha vida. Quando tiver tempo, dê uma passada em MARATONA DE NOVA YORK e veja o comentário de Cris, uma médica, e minha resposta a ela.
    Abraços
    Astromar

  29. Luiz Antonio Sacco disse:

    Prof. Astromar,

    Ler essa narrativa com sentimentos ainda tão latentes nos deixa em dúvida se toda essa estória se passou há 40 anos ou no “último final de semana”. Muito legal abrir essa “bagagem” toda pra gente. Inspirador!

    Agora que moleza, hein?!! Aquele bárbaro Malibu 65 – 900 dolletas bárbaro, aluguel @ 250 e os shows @ 4 pratas! Incrível!

    Grande abraço!

    • Saketa
      Para mim, Stanford vive até hoje. Minha vida e meu destino se criatalizaram lá. Mantenho contato com a Universidade, como alumni, recebendo a revista bimestral deles. O Roger também tem essa conexão. Se foi há 40 anos ontem, como conversamos ontem, certas coisas são parte do ser humano, mudam muito pouco com os milênios. Sócrates, Aristóteles, Sófocles, Platão, estão vivíssimos como Michael Porter, Lou Gestner, Walter Lord, Cornelius Ryan, Robert Kaplan, Marcus Aurelius ou Átila,o Huno.
      Quanto ao carro a 900 dólares, é uma questão de valor do $$$ no tempo. Naquela época, um Ford Pinto zero km custava US$ 1.919 e um Mercedes, US$ 20.000 (um estupro) .
      Abraços
      Professor Astromar
      Abraços

  30. Delicado da Kibon disse:

    Muito bom o comentário do Sr. Sacco. Sacou tudo!

    • DK, Saketa é um grande amigo, um ótimo aluno. Entrou na IBM 18 anos depois de mim, e, até hoje, um baita executivo, continua me procurando para aconselhamento. Quase foi para Stanford, o melhor candidato que me procurou para ajuda no “application”. Outros, menos qualificados, foram.

  31. Vanessa disse:

    Professor, há quanto tempo o senhor voltou da universidade de Stanford? É um executivo de multinacional?
    Obrigada

    • Vanessa
      Estive em Stanford de 1970 a 1972. Ao voltar, entrei na IBM, onde fiquei por 27 anos. Exerci vários cargos executivos na carreira de Marketing e Vendas. Nos últimos 7 anos, na Big Blue, fui executivo do IBM Consulting Group. Agora, tenho minha própria empresa de consultoria.
      Obrigado pelo comentário e pelo interesse em Stanford.
      Professor Astromar

  32. Patrícia Yale de Castro Abreu de Fortaleza - CE disse:

    Caro Astromar,
    Estava procurando como ir de San Francisco a Stanford no Google e tive a SORTE e o PRIVILÉGIO de cair na sua page. Me identifiquei na hora com a frase em que você falou de sua mãe em relação a catequese para que vc fosse estudar nos EUA. O motivo de eu querer ir até lá é justamente para começar a minha catequese em relação ao meu filho de cinco anos, pois antes mesmo dele nascer já tinha a idéia de que estudar nos EUA é o melhor que posso fazer para ele, para a vida dele (a não ser que ele decida não ir quando estiver no tempo). Muito linda, encorajadora e emocionante sua história de vida. Li cada palavra querendo que não acabasse! Parabéns e não deixe de levar seus filhos lá!
    Vc é um exemplo a ser seguido!
    Patrícia

    • Cara Patricia
      Interessante as coincidencias de seu comentário…
      1.Admiração por Stanford
      2.Minha filha mais velha se chama Patricia
      3.Meu avô materno era do Crato.
      4.De 1990 a 1993 eu estava sempre em Fortaleza. Tinha uma namorada daí.Conheço tudo da cidade e mais o que houver entre Aracati e Camocim.
      De qualquer forma, muito obrigado por ter escrito. Você captou bem a emoção de toda a minha jornada. E que está muito viva, até hoje. Aqui na parede do meu escritório, na minha frente, está emoldurado meu diploma de Stanford.
      Já estou com tudo pronto para mais um retorno. Janeiro 2013. Com meus filhos.
      Grande abraço,
      Astro.

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